quarta-feira, Julho 23, 2014

Novo julgamento do caso Universidade Independente marcado para 6 de Outubro


O novo julgamento do caso Universidade Independente (UNI) tem início marcado para o dia 06 de Outubro, nas varas criminais de Lisboa, disse fonte judicial, à agência Lusa.

O julgamento do caso UNI está para ser repetido há quase dois anos, depois de ter sido interrompido devido à morte, no verão de 2012, da juíza Ana Wiborg, que integrava o colectivo que julgava o processo.
Este caso tem como arguidos os antigos reitor (Luís Arouca) e vice-reitor (Rui Verde) da Universidade e o accionista da Sociedade Independente para o Desenvolvimento do Ensino Superior, Amadeu Lima de Carvalho, assim como outros funcionários da antiga instituição. 
Estão a ser julgados por alegado crime de burla agravada, abuso de confiança, corrupção, fraude fiscal e outros ilícitos. 
Depois de interrompido devido à morte da juíza, o novo julgamento do caso UNI chegou a estar marcado para Novembro do ano passado, quando foi adiado “sine die” por causa de um recurso interposto para o Tribunal da Relação de Lisboa. 
No primeiro julgamento – que ficou sem efeito -, o Ministério Público (MP) considerou, nas alegações finais, que o ex-reitor Luís Arouca e os arguidos Rui Verde, Amadeu Lima de Carvalho e o ex-director financeiro Rui Martins praticaram actos ruinosos para a UNI, para o Estado e para terceiros. 
Nesse julgamento, que decorreu no tribunal de Monsanto, a defesa de Luís Arouca prescindiu da inquirição, como testemunha, do ex-primeiro-ministro José Sócrates, que concluiu o curso de engenharia na UNI. 
O advogado Vítor Parente Ribeiro justificou então que Luís Arouca prescindira de ouvir José Sócrates em tribunal, com o facto de alguns sujeitos processuais "estarem a tentar transformar este processo num de cariz político". 
A crise na UNI começou com suspeitas de irregularidades no funcionamento da instituição, tendo-se verificado, em Fevereiro de 2007, sucessivas reviravoltas no controlo da instituição e da empresa que a detinha, a SIDES, disputadas por duas facções em litígio. 
A instituição foi encerrada compulsivamente a 31 de Outubro de 2007, por decisão do então ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, que integrou o governo chefiado por José Sócrates.

sábado, Junho 21, 2014

CGTP marca nova manifestação para 10 de Julho


A CGTP marcou hoje uma nova manifestação de protesto para 10 de Julho para tentar impedir a aprovação na Assembleia da República das novas regras para a contratação colectiva.

A CGTP marcou hoje uma nova manifestação de protesto para 10 de Julho para tentar impedir a aprovação na Assembleia da República das novas regras para a contratação colectiva. 
A manifestação nacional foi anunciada pelo secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, e aprovada, no âmbito de uma resolução reivindicativa, pelos milhares de trabalhadores que protestaram hoje em Lisboa contra as políticas sócio laborais do Governo. 
A central sindical considera que as propostas de lei do Governo que estão no Parlamento, que vão reduzir os prazos de caducidade e de sobre vigência das convenções colectivas, vão destruir a contratação colectiva. 
A manifestação de 10 de Julho incluirá duas concentrações - uma no Marquês de Pombal e outra no Cais do Sodré - que vão convergir em S. Bento, junto à Assembleia da República.

Milhares de trabalhadores exigem demissão do Governo em manifestação da CGTP


Alguns milhares de trabalhadores desfilam esta tarde pelas ruas da baixa lisboeta para exigir a demissão do Governo, correspondendo à chamada feita pela central sindical CGTP-IN, liderada por Arménio Carlos.

Alguns milhares de trabalhadores desfilam esta tarde pelas ruas da baixa lisboeta para exigir a demissão do Governo, correspondendo à chamada feita pela central sindical CGTP-IN, liderada por Arménio Carlos. 
"Sem contratação, não há democracia", é uma das principais palavras de ordem gritadas pelos manifestantes que se dirigem para o Rossio em protesto contra as políticas socio laborais do Governo. 
A manifestação, colorida pelas bandeiras sindicais, chama a atenção dos comerciantes, transeuntes e dos turistas que param nos passeios para os ver passar e até fotografar a iniciativa. 
"A luta continua, Governo para a rua" e "existem soluções, queremos eleições" são outros dos chavões usados para reafirmar o pedido de demissão do Governo de Passos Coelho e a realização de eleições legislativas antecipadas. 
Esta manifestação, que decorre hoje em Lisboa é organizada pela CGTP-IN e tem como lema “Acabar com esta política de direita – Governo Rua! - Por uma política alternativa, de Esquerda e Soberana”, depois de já se ter realizada uma manifestação semelhante há uma semana no Porto. 
A manifestação iniciou-se com duas concentrações, ao início da tarde, uma no Campo das Cebolas - dos distritos de Lisboa, Santarém, Leiria e Castelo Branco - e outra no Cais do Sodré - dos distritos de Setúbal, Évora, Beja e Faro.

terça-feira, Junho 17, 2014

Começa a época de exames nacionais

Têm início esta terça-feira os exames nacionais. Os alunos do 9.º ano fazem a prova de Português. Os do 10.º e do 11.º anos fazem a prova de Filosofia.

(RTP - 17/06/2014)