quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Combustíveis ficam mais baratos


A partir de amanhã na BP, Repsol e Cepsa

A Repsol, a BP e a Cepsa vão baixar os preços dos combustíveis a partir das 00h00 de quinta-feira, acompanhando a descida de três cêntimos da Galp.
Nos postos de abastecimento da principal gasolineira portuguesa, o litro de gasóleo passou a custar 0,939 euros e gasolina sem chumbo baixou para 1,157 euros.
A descida de preços ficou a dever-se à diminuição do preço médio da gasolina (menos 9,12 por cento) e do gasóleo (8,17 por cento) nos mercados internacionais.
A Cepsa vai também baixar em três cêntimos o preço do gasóleo, para os 0,939 euros, e em 3,5 cêntimos o custo da gasolina sem chumbo 95, para os 1,149 euros.
Na BP, o litro de gasóleo desce dois cêntimos, passando a custar 0,949 euros, e a gasolina baixa três cêntimos para 1,159 euros.

Henrique Garcia estreia canal


TVI 24: Jornalista é o primeiro rosto a aparecer no ecrã

Henrique Garcia é o primeiro rosto a surgir no ecrã no dia de estreia do TVI 24. O pivô apresenta amanhã o ‘Jornal do Dia 26’, que vai para o ar às 21h00 e que terá duração de uma hora.
"Arrancamos às 21h00 com o jornal que acrescenta ao título o dia do mês e que será apresentado por mim", refere Henrique Garcia. E garante que as expectativas para a noite de estreia "são as maiores, claro!"
"Vamos ver como resulta o trabalho que tem sido feito, o entusiasmo e a responsabilidade. Enfim, os condimentos normais", salienta.
"É um canal de Informação. Por isso, apostamos mais nos jornais, nos noticiários e em espaços para reflexão, debate e tudo o que gira em volta do perfil traçado para o canal", adianta Henrique Garcia. E acrescenta: "Haverá também documentários e comentários, tudo sobre actualidade nacional e internacional."
O jornalista deixou a RTP em 2000 devido a um "desentendimento com o director da altura". "Enfrentei o desemprego, felizmente por pouco tempo, e depois fui convidado para a TVI, ainda este projecto não existia."
A ideia para o TVI 24 nasce, segundo Henrique Garcia, pouco depois da sua entrada na estação de Queluz de Baixo. "O projecto sofreu alguns percalços e, por isso, fui fazendo várias coisas. Depois, o José Eduardo Moniz [director-geral da TVI] desenvolveu um canal que era bem diferente deste. Na altura, havia outras limitações e circunstâncias, e o projecto foi evoluindo para o que é agora", refere.
Enquanto o TVI 24 não arrancava Henrique Garcia apresentou o ‘Diário da Manhã’, o ‘Jornal Nacional’, o ‘Jornal da Uma’ e até esteve na Guerra do Golfo. "Fiz um pouco de tudo. Há um ano e meio que tenho trabalhado no novo canal que felizmente foi levado a bom porto", concluiu.

SAIBA MAIS

90 PROFISSIONAIS

O canal dirigido por João Maia Abreu contratou 90 profissionais, entre jornalistas e técnicos.

PROGRAMAÇÃO

Além do ‘Jornal do Dia...’ constam da programação no dia de arranque ‘Roda Viva’, ‘Observatório do Mundo’, ‘Última Edição’, ‘Casos do Mundo’ e ‘Livraria Ideal’ .

65 MILHÕES DE EUROS

Valor investido pela Media Capital no arranque do canal emitido na ZON TV Cabo.

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Vinte e seis arguidos no caso da Universidade Independente



O Ministério Público decidiu levar a julgamento 23 pessoas singulares e três colectivas no caso da Universidade Independente.
Os arguidos são acusados de associação criminosa, fraude fiscal, abuso de confiança, corrupção, branqueamento e recepção ilícita de depósitos.

domingo, fevereiro 01, 2009

Accionista da SIDES Amadeu Lima de Carvalho é um dos 23 acusados

"Caso Universidade Independente"

O antigo accionista da empresa que detinha a Universidade Independente, a SIDES, Amadeu Lima de Carvalho admitiu que é um dos 23 acusados de crimes de natureza económico-financeira no "caso Universidade Independente".

Segundo uma nota da Procuradoria-Geral da República (PGR), estas 23 pessoas foram acusadas da prática de crimes de "associação criminosa, fraude fiscal qualificada, abuso de confiança qualificada, falsificação de documento, burla qualificada, corrupção activa/passiva, corrupção no sector privado, branqueamento, recepção ilícita de depósitos".
Em declarações à agência Lusa, Amadeu Lima de Carvalho referiu que "ainda não foi notificado da acusação", mas que recebeu um telefonema da procuradora Fernanda Pêgo a informá-lo do despacho de acusação do Ministério Público.
Amadeu Lima de Carvalho, que se afirma o maior accionista da SIDES, juntamente com a mulher, com 67,5 por cento das acções, deixou críticas à investigação.
"A minha mulher nem sequer foi ouvida" no inquérito, declarou, lamentando o encerramento compulsivo da Universidade (em Dezembro de 2007) que "deixou no desemprego professores e funcionários".
Também em declarações à Lusa, Vítor Parente Ribeiro, actual advogado do ex-reitor Luiz Arouca, disse não ter sido notificado da acusação e remeteu mais esclarecimentos para segunda-feira.
Segundo uma nota da Procuradoria-Geral da República (PGR) de quinta-feira foram acusadas 23 pessoas singulares e três pessoas colectivas, no âmbito do "caso Universidade Independente".
O MP, em representação do Estado, deduziu ainda pedido de indemnização cível "contra cinco demandados, de montante superior a um milhão de euros, promovendo-se o arresto de bens imóveis".
O inquérito foi dirigido pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa na sequência de uma investigação realizada pela Polícia Judiciária, tendo o mesmo sido constituído por 70 volumes e 1000 apensos.
No processo-crime dirigido pela magistrada Fernanda Pego, que correu no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DIAP), foram arguidos, entre outros, o antigo vice-reitor da UnI e accionista da instituição Amadeu Lima de Carvalho, o também ex-vice-reitor Rui Verde e o ex-reitor da universidade Luís Arouca.
A crise na Universidade Independente começou em 2006, com suspeitas de irregularidades na gestão, tendo-se verificado no início de 2007 sucessivas reviravoltas no controlo da SIDES, disputada por duas facções em litígio.
A instituição acabou por ser encerrada a 31 de Outubro de 2007, por decisão do ministro do Ensino Superior, na sequência de dois processos: um de caducidade de reconhecimento de interesse público e outro de encerramento compulsivo por manifesta degradação pedagógica.
No desenrolar da investigação, chegaram a estar em prisão preventiva o ex-vice reitor Rui Verde e o director da SIDES (empresa gestora da universidade) Amadeu Lima de Carvalho.
Outro dos arguidos, o antigo reitor Luís Arouca, ficou a aguardar o desenrolar do processo em liberdade mediante caução.

Ministério Público acusa 23 arguidos


Caso Universidade Independente

O Ministério Público (MP) acusou 23 pessoas singulares e três pessoas colectivas por crimes de natureza económico-financeira, no âmbito do caso da Universidade Independente, que remonta a 2006. De acordo com a Procuradoria-Geral da República, os arguidos são acusados dos crimes de "associação criminosa, fraude fiscal qualificada, abuso de confiança qualificada, falsificação de documento, burla qualificada, corrupção activa/passiva, corrupção no sector privado, branqueamento, recepção ilícita de depósitos".
Segundo a mesma nota, 'o MP, em representação do Estado, deduziu ainda pedido de indemnização cível contra cinco demandados, de montante superior a um milhão de euros, promovendo-se o arresto de bens imóveis'.
O inquérito, constituído por 70 volumes e 1000 apensos, foi dirigido pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa na sequência de uma investigação realizada pela Polícia Judiciária.

sábado, janeiro 31, 2009

MP deduz acusação contra 23 pessoas



O Ministério Público deduziu acusação contra 23 pessoas singulares e três colectivas no caso Universidade Independente.

Em causa estão crimes de natureza económica e financeira. Recorde-se que o "caso Universidade Independente" teve início em 2006.
Segundo uma nota da Procuradoria-Geral da República, os arguidos são acusados da prática de crimes de "associação criminosa, fraude fiscal qualificada, abuso de confiança qualificada, falsificação de documento, burla qualificada, corrupção activa/passiva, corrupção no sector privado, branqueamento, recepção ilícita de depósitos".
O Ministério Público, em representação do Estado, deduziu ainda um pedido de indemnização cível "contra cinco demandados, de montante superior a um milhão de euros, promovendo-se o arresto de bens imóveis".

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Telecinco quer redacção formada em ética jornal



DESCRIÇÃO O projecto do quinto canal de televisão generalista da empresa Telecinco SA pretende formar jovens jornalistas seguindo um livro de estilo baseado na ética jornalística, disse hoje à Lusa o porta-voz do grupo, Carlos Pinto Coelho.

Dream On - “Um musical numa viagem ao Sonho” subiu ao palco no Casino Estoril

  O 10º aniversário, da Associação Palco da Tua Arte, foi assinalado com um espectáculo cujo o título foi Dream On – “Um musical...