As obras na estação de Miranda do Corvo vão começar hoje. Os trabalhos implicam o encerramento total do ramal da Lousã, que liga Miranda do Corvo a Coimbra. Durante o tempo das obras, o transporte ferroviário é substituído por autocarros.
terça-feira, janeiro 05, 2010
29 de Dezembro - as histórias deste dia
DESCRIÇÃO Inaugurado o Metropolitano de Lisboa. Ocorreu no Dakota do Sul o massacre de Wounded Knee. Londres foi alvo de um bombardeamento devastador durante a Segunda Guerra Mundial. Hong Kong começou a abater 1,25 milhões de galinhas. Madame de Pompadour. Pablo Casals. Cândido Portinari. Jude Law. Grigori Rasputin. Robbie Williams canta "Sexed Up".
Um dia no metro
No dia 29 de Dezembro de 2009 cumpriram-se 50 anos desde a viagem inaugural do Metropolitano de Lisboa. O SAPO foi saber mais sobre o passado, o presente e o futuro deste meio de transporte na capital.
Crónica de um dia no metro.
Memórias de quem trabalhou 43 anos no metro
No dia 29 de Dezembro de 2009 cumpriram-se 50 anos desde a viagem inaugural do Metropolitano de Lisboa. O SAPO foi saber mais sobre o passado, o presente e o futuro deste meio de transporte na capital.
Carlos Inácio trabalhou 43 anos como contabilista do metro de Lisboa. Ao SAPO recordou os primeiros tempos de metropolitano.
Carlos Inácio trabalhou 43 anos como contabilista do metro de Lisboa. Ao SAPO recordou os primeiros tempos de metropolitano.
Moscavide: E quando o metro aqui chegar?
No dia 29 de Dezembro de 2009 cumpriram-se 50 anos desde a viagem inaugural do Metropolitano de Lisboa. O SAPO foi saber mais sobre o passado, o presente e o futuro deste meio de transporte na capital.
As obras parecem estar no fim. A abertura da extensão da linha vermelha até ao Aeroporto está prevista para 2010 e, a partir daí, Moscavide vai estar «mais perto» do centro da cidade. O que vai mudar nesta zona e nos habitantes quando as carruagens aqui chegarem?
TVI vence ano

Audiências: ‘Uma Canção para Ti’ foi o programa mais visto
A TVI foi a estação mais vista na noite da Passagem-de--Ano quando exibiu a final da terceira edição de ‘Uma Canção para Ti’, que deu a vitória a Guilherme Azevedo. Com esse concurso, apresentado por Júlia Pinheiro e Manuel Luís Goucha, a TVI registou uma quota de audiência (share) de 43,5% em total de indivíduos, o que corresponde a uma base de mais de um milhão de telespectadores por minuto, anunciou a estação em comunicado enviado para as redacções.
A gala de ‘Uma Canção Para Ti’ esteve a concorrer directamente com ‘Ídolos’, na SIC, e com a final de ‘Dança Comigo no Gelo’, na RTP 1. Segundo os dados da TVI, que têm por base o serviço da Marktest (empresa de audimetria), o valor mais elevado de audiência instantânea foi registado às 24h42, hora a que foi anunciado o vencedor, quando 1 320 000 espectadores estavam a sintonizar a TVI. Nesse momento, a estação reclama ter registado também a maior quota de audiência: 60,2%.
Em 2009, apesar de ser um ano de mudanças na estação, com a saída do ex-director-geral, José Eduardo Moniz, a suspensão do ‘Jornal Nacional de 6ª’ e a demissão da direcção de Informação, a TVI conseguiu manter a liderança. Segundo os dados da estação, que incluem também a contagem dos blocos publicitários, a TVI fecha o ano de 2009 com um share de 35%. No geral do ano, a RTP 1 fica em segundo lugar com 29,4% e a SIC em terceiro com 28,6%. A RTP 2 registou um share de 7,1%.
No horário nobre (das 20h00 às 24h00), e de acordo com os mesmos dados, a TVI também ganha, com 40,4% de share. Neste horário, a SIC sobe para o segundo lugar com um share de 28% e a RTP 1 cai para terceiro com 26,1% de share.
A gala de ‘Uma Canção Para Ti’ esteve a concorrer directamente com ‘Ídolos’, na SIC, e com a final de ‘Dança Comigo no Gelo’, na RTP 1. Segundo os dados da TVI, que têm por base o serviço da Marktest (empresa de audimetria), o valor mais elevado de audiência instantânea foi registado às 24h42, hora a que foi anunciado o vencedor, quando 1 320 000 espectadores estavam a sintonizar a TVI. Nesse momento, a estação reclama ter registado também a maior quota de audiência: 60,2%.
Em 2009, apesar de ser um ano de mudanças na estação, com a saída do ex-director-geral, José Eduardo Moniz, a suspensão do ‘Jornal Nacional de 6ª’ e a demissão da direcção de Informação, a TVI conseguiu manter a liderança. Segundo os dados da estação, que incluem também a contagem dos blocos publicitários, a TVI fecha o ano de 2009 com um share de 35%. No geral do ano, a RTP 1 fica em segundo lugar com 29,4% e a SIC em terceiro com 28,6%. A RTP 2 registou um share de 7,1%.
No horário nobre (das 20h00 às 24h00), e de acordo com os mesmos dados, a TVI também ganha, com 40,4% de share. Neste horário, a SIC sobe para o segundo lugar com um share de 28% e a RTP 1 cai para terceiro com 26,1% de share.
Vieira critica “desvios”
Provedor do leitor do ‘Público’ saiu dia 31
Joaquim Vieira deixou o cargo de provedor do leitor do jornal ‘Público’ no dia 31. E despediu-se da Redacção na sua crónica, com um texto que faz referência ao caso das alegadas escutas a Belém.
"Mas, no caso que acabou por marcar este mandato de provedor agora no fim (...), continuo a julgar ter dito o que devia dizer: lançar um sério aviso sobre o que, procurando decidir em total independência e autonomia, entendi como desvio aos valores editoriais em que se fundou este jornal (...) numa orquestra afinada basta um dos seus elementos perder o tom (para mais numa posição de chefe de naipe ou de concertino) para que todo o conjunto desafine (imagine-se então se é o maestro a dirigir com outra partitura)", escreveu no passado dia 27 de Dezembro.
Após o veto do conselho de Redacção a Mª Antónia Palla, o ‘Público’ procura novo provedor.
"Mas, no caso que acabou por marcar este mandato de provedor agora no fim (...), continuo a julgar ter dito o que devia dizer: lançar um sério aviso sobre o que, procurando decidir em total independência e autonomia, entendi como desvio aos valores editoriais em que se fundou este jornal (...) numa orquestra afinada basta um dos seus elementos perder o tom (para mais numa posição de chefe de naipe ou de concertino) para que todo o conjunto desafine (imagine-se então se é o maestro a dirigir com outra partitura)", escreveu no passado dia 27 de Dezembro.
Após o veto do conselho de Redacção a Mª Antónia Palla, o ‘Público’ procura novo provedor.
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