Investigadores da Universidade de Coimbra criaram um motor de busca que permite encontrar informação de uma maneira mais eficiente. Esta invenção consegue interpretar as palavras enquanto faz a busca do que lhe pedimos.
sábado, julho 03, 2010
Argentina e Alemanha lutam por um lugar nas meias finais
Mundial2010
Um dos jogos mais aguardados deste Mundial de Futebol disputa-se, esta tarde. A Argentina joga com a Alemanha. Maradona, o seleccionador argentino, até chegou a dizer que conta com a ajuda divina para chegar à final!
Queixa de Moura Guedes: Inquérito a Sócrates encerrado

Afirmações sobre ‘Jornal de Sexta’ não são difamação
O Ministério Público decidiu este sábado encerrar o inquérito ao primeiro-ministro, aberto na sequência de uma queixa da jornalista Manuela Moura Guedes, por considerar que as afirmações relativas ao ‘Jornal de Sexta’ não constituem crime de difamação.
“Só devem ser realizadas diligências em inquérito quando existirem indícios da prática de crime, (...) o que, no caso, não acontece", refere a decisão divulgada.
O MP entende que "as expressões alusivas ao 'Jornal Nacional de Sexta' da TVI, que o denunciado proferiu na entrevista concedida ao Canal 1 da RTP e emitida em 21 de Abril de 2009, não constituem o crime de difamação".
Nessa entrevista à RTP1, José Sócrates referiu-se ao ‘Jornal de Sexta’, apresentado por Manuela Moura Guedes, como sendo "travestido" e feito "de ódio e perseguição". "Aquilo não é um telejornal, é uma caça ao homem", afirmou na altura.
O MP entende que "as expressões alusivas ao 'Jornal Nacional de Sexta' da TVI, que o denunciado proferiu na entrevista concedida ao Canal 1 da RTP e emitida em 21 de Abril de 2009, não constituem o crime de difamação".
Nessa entrevista à RTP1, José Sócrates referiu-se ao ‘Jornal de Sexta’, apresentado por Manuela Moura Guedes, como sendo "travestido" e feito "de ódio e perseguição". "Aquilo não é um telejornal, é uma caça ao homem", afirmou na altura.
230 anos da Casa Pia assinalam despedida de presidente

Cristina Fanqueiro sucede a Joaquina Madeira
A Casa Pia de Lisboa assinala este sábado os 230 anos, num dia que é de despedida para a actual presidente da instituição, Joaquina Madeira. Na sessão solene, a ministra do Trabalho e Solidariedade Social, Maria Helena André, não quis deixar de referir o contributo de Joaquina Madeira para a transformação da instituição que em Novembro de 2002 foi seriamente abalada com o escândalo de pedofilia.
Joaquina Madeira irá ser aposentada "para se dedicar à família e em particular aos netos", referiu Maria Helena André, que confirmou que a direcção da Casa Pia será assumida por Cristina Fanqueiro, actual directora do Departamento de Desenvolvimento Social do Instituto de Segurança Social.
As comemorações tiveram início com uma homenagem aos fundadores da Casa Pia de Lisboa, criada em 3 de Julho de 1780 por Diogo Inácio de Pina Manique. Após a missa campal, celebrada pelo bispo auxiliar de Lisboa, D. Joaquim Silva Mendes, alunos e professores reuniram-se num almoço, no Colégio D. Maria Pia, em Xabregas.
À tarde decorrem várias manifestações artísticas de teatro, dança e fotografia, terminando o dia com o Jantar Casapiano no refeitório do Colégio Pina Manique.
Dentro de um mês será lida a sentença do processo de abusos sexuais sobre 32 crianças, em que sete suspeitos (Carlos Silvino, Carlos Cruz, Manuel Abrantes, Jorge Ritto, Hugo Marçal, Ferreira Diniz e Gertrudes Nunes) são julgados.
O escândalo obrigou a uma reforma profunda da acção do Estado na protecção das crianças sem família. "Hoje as crianças em regime de acolhimento são observadas minuto a minuto", referiu a secretária de Estado-Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz.
A Casa Pia conta hoje com 336 crianças em acolhimento. Dois meses antes do escândalo de pedofilia eram 654, o que traduz uma redução de 49 % em oito anos. A nível nacional o número de crianças institucionalizadas caiu 38%, em apenas três anos, passando de 15700 para 9700.
As comemorações tiveram início com uma homenagem aos fundadores da Casa Pia de Lisboa, criada em 3 de Julho de 1780 por Diogo Inácio de Pina Manique. Após a missa campal, celebrada pelo bispo auxiliar de Lisboa, D. Joaquim Silva Mendes, alunos e professores reuniram-se num almoço, no Colégio D. Maria Pia, em Xabregas.
À tarde decorrem várias manifestações artísticas de teatro, dança e fotografia, terminando o dia com o Jantar Casapiano no refeitório do Colégio Pina Manique.
Dentro de um mês será lida a sentença do processo de abusos sexuais sobre 32 crianças, em que sete suspeitos (Carlos Silvino, Carlos Cruz, Manuel Abrantes, Jorge Ritto, Hugo Marçal, Ferreira Diniz e Gertrudes Nunes) são julgados.
O escândalo obrigou a uma reforma profunda da acção do Estado na protecção das crianças sem família. "Hoje as crianças em regime de acolhimento são observadas minuto a minuto", referiu a secretária de Estado-Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz.
A Casa Pia conta hoje com 336 crianças em acolhimento. Dois meses antes do escândalo de pedofilia eram 654, o que traduz uma redução de 49 % em oito anos. A nível nacional o número de crianças institucionalizadas caiu 38%, em apenas três anos, passando de 15700 para 9700.
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