quinta-feira, novembro 11, 2010

Manuela Moura Guedes: Negoceia com SIC



A jornalista e Luís Marques (director-geral da SIC) encontraram-se no restaurante Gambrinos e deram início a negociações para a entrada de Manuela na estação de Carnaxide.

Tolerância de ponto dia 19



Concelho de Lisboa

O Governo decretou tolerância de ponto para o dia 19 de Novembro no concelho de Lisboa por causa da Cimeira de Nato. A decisão foi tomada esta quinta-feira em Conselho de Ministros e confirma a informação avançada pelo 'CM' na sua edição de hoje.

A proposta foi feita pelo ministro da Administração Interna, Rui Pereira, e "fundamenta-se em razões de segurança e, em especial, nas limitações à circulação durante o período da Cimeira", segundo se pode ler numa nota enviada às redacções.
A cimeira realiza-se nos dias 19 e 20 de Novembro

EDP perde 25 milhões com facturas não pagas



Eléctrica atenta ao incumprimento das famílias

Todos os anos a EDP tem que riscar das suas contas 25 milhões de euros com facturas de electricidade que não são pagas.

Segundo explicou ao CM Jorge Cruz Morais, administrador executivo da empresa, "a EDP está atenta à evolução do incumprimento no pagamento das contas de electricidade e procura actuar o mais rapidamente possível junto dos clientes sempre que tal acontece".
Aquele responsável explicou que, ao nível do Grupo EDP (que se encontra presente em 13 países) existem dois mil milhões de euros de facturas por pagar, mas que ainda de encontram dentro do prazo concedido para regularização pelo que não são considerados "dívidas não pagas".
"A dívida só é considerada incobrável quando não existem bens que possam servir para pagamento, e depois da EDP ter recuperado o IVA", acrescentou o administrador.
Cruz Morais disse que alguns dos maiores devedores da EDP são empresas privadas, mas não quis nomear quais, e adiantou que o Estado "é um bom pagador".
O preço da electricidade deverá subir 3,8% em 2011, o que obriga a empresa a reforçar a sua atenção em relação aos casos de incumprimento.

Precários Inflexíveis invadem call center



Apelam à greve geral de 24 de Novembro

Os Precários Inflexíveis fizeram um apelo à greve geral do próximo dia 24 de Novembro quando, quarta-feira à tarde, entraram num call center, de uma das principais instituições bancárias do País, com uma faixa onde se podia ler: “Não pisem mais o precário, Greve Geral dia 24 de Novembro!”.

Com o objectivo de mobilizar para a greve o maior número possível de trabalhadores, os Precário Inflexíveis optaram por fazê-lo junto de quem, segundo eles, “trabalha sob as piores condições”.
“Os trabalhadores e trabalhadoras dos call centers estão entre os mais explorados e mais chantageados. São policiados no seu local de trabalho, forçados a ritmos de trabalho desumanos, pressionados permanentemente, em quaisquer condições ou direitos, com elevada rotatividade e salários muito baixos. O trabalho nos call centers é um exemplo flagrante de um modelo que se tenta impor e ameaça o conjunto da classe trabalhadora”, revela a organização em comunicado
Com a entrada no call center, os Precários procuraram “furar o muro do silêncio que deixa os direitos básicos, contribuindo para denunciar a sobre-exploração de milhares de pessoas que, quase sempre sujeitas a negócios de subcontratação ou a contratos de trabalho curtos, sentem a ameaça permanente de perderem a sua ténue fonte de rendimentos”.
Sobre a greve geral de 24 de Novembro, dizem que será a “resposta fundamental” para enfrentar a austeridade e a “degradação dos rendimentos e das condições de trabalho, os cortes nos apoios sociais e nos serviços públicos”, considerando as verdadeiras urgências a precariedade, o desemprego, a perda de rendimentos e a pobreza.

Precários Inflexíveis invadem call center



Apelam à greve geral de 24 de Novembro

Os Precários Inflexíveis fizeram um apelo à greve geral do próximo dia 24 de Novembro quando, quarta-feira à tarde, entraram num call center, de uma das principais instituições bancárias do País, com uma faixa onde se podia ler: “Não pisem mais o precário, Greve Geral dia 24 de Novembro!”.

Com o objectivo de mobilizar para a greve o maior número possível de trabalhadores, os Precário Inflexíveis optaram por fazê-lo junto de quem, segundo eles, “trabalha sob as piores condições”.
“Os trabalhadores e trabalhadoras dos call centers estão entre os mais explorados e mais chantageados. São policiados no seu local de trabalho, forçados a ritmos de trabalho desumanos, pressionados permanentemente, em quaisquer condições ou direitos, com elevada rotatividade e salários muito baixos. O trabalho nos call centers é um exemplo flagrante de um modelo que se tenta impor e ameaça o conjunto da classe trabalhadora”, revela a organização em comunicado
Com a entrada no call center, os Precários procuraram “furar o muro do silêncio que deixa os direitos básicos, contribuindo para denunciar a sobre-exploração de milhares de pessoas que, quase sempre sujeitas a negócios de subcontratação ou a contratos de trabalho curtos, sentem a ameaça permanente de perderem a sua ténue fonte de rendimentos”.
Sobre a greve geral de 24 de Novembro, dizem que será a “resposta fundamental” para enfrentar a austeridade e a “degradação dos rendimentos e das condições de trabalho, os cortes nos apoios sociais e nos serviços públicos”, considerando as verdadeiras urgências a precariedade, o desemprego, a perda de rendimentos e a pobreza.

quarta-feira, novembro 10, 2010

Governo não pode usar verbas do TGV noutros projectos



Decisão da Comissão Europeia

A Comissão Europeia decidiu que as verbas RTE-T (Rede Transeuropeia de Transportes) para a linha Porto-Vigo em alta velocidade não podem ser desviadas para outros projectos, embora admita uma reprogramação do Fundo de Coesão.

"A comissão confirma que os fundos RTE-T, associados ao troço transfronteiriço da linha Porto-Vigo, não podem ser transferidos para outros projectos", refere o comissário europeu de transportes num documento a que a agência Lusa teve hoje acesso.
Esta posição foi avançada, dia 05, pelo comissário Siim Kallas, em resposta às questões levantadas pelo eurodeputado José Manuel Fernandes sobre "a vontade do governo português em desviar fundos comunitários" que estavam destinados para as linhas Lisboa-Porto e Porto-Vigo para a linha entre Lisboa e Poceirão, da ligação entre a capital portuguesa e Madrid.
O comissário esclareceu que o troço transfronteiriço Ponte de Lima-Vigo é financiado pelo orçamento das RTE-E com uma contribuição de 244,140 milhões de euros e assinalou que "está reservada para este projecto, não podendo, por conseguinte, ser reatribuída a outras prioridades". O responsável sustenta também que a comissão "ainda não recebeu qualquer proposta de transferência das ajudas do Fundo de Coesão da linha Porto-Vigo para outros projectos".
Esclareceu, porém, que se "as autoridades portuguesas decidirem concentrar-se na linha Lisboa-Madrid e pedirem uma reprogramação das prioridades do Fundo de Coesão" a mesma comissão "está pronta a examinar atentamente esse pedido, tendo em conta a situação e a justificação apresentada".

NATO: PSP vai 'blindar' cimeira contra escutas e bombas



Lisboa

Material electrónico que a polícia portuguesa vai receber coloca-a ao nível das melhores equipas de segurança do mundo

A PSP está a comprar equipamento electrónico topo de gama para "blindar" totalmente a zona do Parque das Nações durante a realização da cimeira da NATO, contra qualquer tentativa de escutas ilegais, activação de bombas através de telemóveis ou uso de armas laser. A polícia ficará também com a capacidade de fazer intercepção de comunicações via rádio, detectando e localizando eventuais transmissões através destes sistemas, muitas vezes utilizados por grupos terroristas.
Este equipamento faz parte do material que o Governo está a adquirir, com carácter de urgência, para ser usado na operação de segurança do encontro dos líderes da Aliança Atlântica, com financiamento do Governo Civil de Lisboa, no valor global de cerca de cinco milhões de euros. O DN teve acesso aos cadernos de encargos da compra, por ajuste directo, e à extensa lista de compras (ver quadro em cima).
O material electrónico consiste em equipamento de vigilância e contravigilância, contra-espionagem e contra-informação. Parte dele, segundo fontes policiais, "só é usado nalgumas operações mais complexas de intelligence em fontes abertas, da competência dos serviços de informação".
As equipas de segurança electrónica da PSP, que garantem a fiabilidade das comunicações das altas entidades que protege, como o Presidente da República ou ou primeiro-ministro, são quem vai manobrar estes novos equipamentos. Apesar de estas equipas já terem material semelhante, com as novas aquisições ficam ao nível das melhores equipas de segurança do mundo.
Entre as novas capacidades está a detecção de transmissões rádio de qualquer tipo, localizando as coordenadas da origem da emissão e identificando os possíveis alvos; bloqueamento de todas as comunicações numa determinada área, para evitar, por exemplo, que possam ser accionados engenhos explosivos através de telemóveis; contra-espionagem de linhas telefónicas, detectando escutas ilegais e podendo inserir no sistema informações falsas para detectar a origem; provocar um ruído acústico em determinadas instalações para bloquear eventuais escutas ambiente; detectar feixes de infravermelhos, provenientes de armas, dirigidos para a área de segurança.
O equipamento electrónico, que foi escolhido a dedo pelo Departamento de Informações Policiais (DIP) da PSP, é, segundo alguns peritos consultados pelo DN, "o melhor que há no mercado". É neste departamento da polícia que estão integradas as equipas de segurança electrónica.
Segundo a lei orgânica da Polícia de Segurança Pública, o DIP tem, entre outras competências, a de "promover estudos e auditorias de segurança", "realizar avaliações de segurança pessoais ou institucionais" e, mais importante ainda, "realizar as adequadas averiguações de segurança em caso de quebra ou comprometimento de segurança da informação".

Dream On - “Um musical numa viagem ao Sonho” subiu ao palco no Casino Estoril

  O 10º aniversário, da Associação Palco da Tua Arte, foi assinalado com um espectáculo cujo o título foi Dream On – “Um musical...