quarta-feira, abril 06, 2011

Judite de Sousa: "Nunca fui uma funcionária pública"



Directora-adjunta de informação da TVI fala dos 32 anos na RTP

"Não vou fazer nada na TVI que já não tivesse feito na RTP", afirma Judite de Sousa, que olha esta transição como uma "continuidade", mais do que uma "mudança".

Há poucas semanas na TVI, Judite de Sousa recorda os 32 anos que trabalhou na RTP com alguma emoção. "Não há uma mudança, mas uma continuidade. Não vou fazer na TVI nada que já não tivesse feito na RTP. Pela simples razão de que fiz tudo na RTP."
Num encontro informal com jornalistas, esta quarta-feira, Judite de Sousa admitiu sentir algumas diferenças entre a televisão pública e a privada, nomeadamente a nível do funcionamento e dos objectivos.
Mas ressalva: "Sempre estive na RTP como se estivesse numa empresa privada. Nunca fui uma funcionária pública. Sempre tive uma postura competitiva e exigente. Sempre trabalhei para conseguir resultados e audiências. Desse ponto de vista não senti nem deverei sentir grandes diferenças."
Questionada sobre as razões que a levaram a sair da RTP para a TVI, a jornalista foi peremptória: "Fez-me bem à alma sentir-me desejada."

“Estamos aqui para ganhar”



TVI: Jornalistas desiludidos por não saberem projecto da nova direcção

José Alberto Carvalho, Judite de Sousa e Mário Moura reuniram-se segunda-feira à noite na redacção da TVI para se apresentarem.

"Achei que devia partilhar algumas ideias e pensamentos que acredito que possam ser úteis", disse ao CM José Alberto Carvalho. No encontro, onde estiveram cerca de 120 elementos da redacção, o novo director de Informação adianta que pediu aos jornalistas para fazerem "algo de diferente e melhor". E, apesar da mensagem de tranquilidade que quis transmitir, afirma ao CM que disse de "forma clara": "Estamos aqui para ganhar." Este é o "objectivo", até porque, afirma, "ninguém é segundo por opção".
Vencer com ousadia, talento e responsabilidade é a meta de José Alberto Carvalho e Judite de Sousa. Uma das pessoas presentes no encontro revelou ao CM o discurso da jornalista: "O que vos posso oferecer é o meu trabalho. De mim podem esperar trabalho e esse é o meu exemplo", disse a directora-adjunta.
Contudo, apurou o CM, alguns jornalistas ficaram desiludidos com o encontro, por não ter sido apresentado o novo projecto de informação. "Julgo que houve alguma desilusão. Pensou-se que o director ia falar do seu projecto...", diz a mesma fonte.
Ao CM, José Alberto Carvalho assegura que encontrou um "sentimento altamente positivo e encorajador" na redacção. "As pessoas estão muito motivadas para trabalhar com afinco e empenho".
O primeiro grande desafio da nova direcção de informação passa pela cobertura do congresso do PS no próximo fim-de-semana, que incluirá uma entrevista de Judite de Sousa e Constança Cunha e Sá ao primeiro-ministro, José Sócrates.

RTP debaixo de fogo



Luís Castro e Cláudio Calhau apanhados pelo fogo cruzado entre rebeldes e tropas de Kadhafi na Líbia

Os enviados da RTP à Líbia, Luís Castro e Cláudio Calhau, foram surpreendidos pelo fogo cruzado entre os rebeldes e as tropas de Kadhafi, que lutam pelo controlo de Brega. A ofensiva teve lugar na segunda-feira, a dez quilómetros da cidade, e causou momentos de alguma tensão.

"Quase fomos apanhados à mão pelos soldados de Kadhafi. Um exclusivo mundial da RTP na batalha por Brega. Aqui cheira mesmo a pólvora", escreveu Luís Castro, subdirector de Informação da RTP, no Facebook.
Durante o tiroteio, o guia e o motorista contratados pela RTP fugiram. A equipa acabou por sair do local à boleia dos rebeldes.
Nuno Santos, director de Informação da RTP, disse ao CM que falou com Luís Castro e que os repórteres "estão bem."

Falta de juízes adia início do julgamento da UnI



Caso da Universidade Independente conta com 24 arguidos

O início do julgamento do caso Universidade Independente (UnI) foi adiado, de 7 de Abril para 9 de Maio, porque o colectivo de juízes não está totalmente formado.

O adiamento do julgamento, que tem 24 arguidos, deveu-se ao facto de ainda não estar definido quem será o terceiro elemento que irá compor o colectivo de juízes, presidido por Ana Peres. Em princípio, terá de ser o Conselho Superior da Magistratura a designar o magistrado que irá completar o colectivo.
O julgamento deverá realizar-se no Tribunal de Monsanto, em Lisboa, devido ao elevado número de arguidos, assistentes e advogados.
Entre os 24 arguidos conta-se o accionista maioritário da empresa detentora da UnI, Amadeu Lima de Carvalho, o ex-reitor Luís Arouca, e o antigo vice-reitor Rui Verde.

Independente: Julgamento adiado para 09 de maio por falta de colectivo de juízes



O início do julgamento do caso Universidade Independente (UNI) foi adiada de 07 de Abril para 09 de maio, porque o colectivo de juízes não está totalmente formado.
Fonte das varas criminais de Lisboa adiantou à agência Lusa que o adiamento do julgamento, que tem 24 arguidos, se deveu ao facto de ainda não estar definido quem será o terceiro elemento que irá compor o colectivo de juízes, presidido por Ana Peres.
Em princípio, adiantou, terá de ser o Conselho Superior da Magistratura -- órgão de gestão dos juízes -- a designar o magistrado que irá completar o colectivo, numa altura em que há falta de juízes em alguns tribunais.

terça-feira, março 22, 2011

Artur Agostinho homenageado nos Globos de Ouro de 2010

Em 2010, a SIC e a Caras homenagearam Artur Agostinho com o prémio de mérito dos Globos de Ouro.

Reacção de Artur Agostinho ao prémio:

Artur Agostinho homenageado nos Globos de Ouro de 2010

Em 2010, a SIC e a Caras homenagearam Artur Agostinho com o prémio de mérito dos Globos de Ouro.

Homenagem a Artur Agostinho:

Dream On - “Um musical numa viagem ao Sonho” subiu ao palco no Casino Estoril

  O 10º aniversário, da Associação Palco da Tua Arte, foi assinalado com um espectáculo cujo o título foi Dream On – “Um musical...