sexta-feira, novembro 14, 2008

Microsoft avança com nova geração de Windows Live



Incliu serviços web personalizados

Utilizador tem disponível várias redes on-line

A Microsoft acaba de anunciar a próxima geração do Windows Live, um conjunto integrado de serviços on-line criado com o objectivo de facilitar a comunicação entre os utilizadores.
O novo Windows Live, disponível em www.windowslive.com «proporciona aos consumidores a comodidade acrescida de dispor de um ponto central para organizar e gerir as informações, a partir do computador pessoal, do telemóvel e nos web sites», avança a empresa em comunicado.
A nova geração do Windows Live inclui serviços web actualizados que permitem aos utilizadores conversar através de mensagens instantâneas, enviar mensagens de correio electrónico, partilhar fotografias e ficheiros entre dispositivos e manter-se actualizados com várias redes on-line.
As alterações ao Windows Live, esta sexta-feira anunciadas, «facilitam aos consumidores a gestão da vida digital, mantendo-se sincronizados com o seu universo online». Entre os destaques, incluem-se: o Windows Live Messenger, o Windows Live Hotmail e o Windows Live Group.
Todos estes serviços funcionam com o Windows Live Essentials, um conjunto de aplicações para comunicação e partilha que também funciona com outros serviços de correio electrónico, fotografias e blogs.
Esta próxima geração do Windows Live, disponível ficará disponível para os clientes nos EUA nas próximas semanas e a nível mundial, em 56 países e 48 idiomas, no início de 2009.

BP desce preço da gasolina em 2 cêntimos este sábado



Gasóleo fica inalterado

Galp e Cepsa também já mexeram no combustível esta semana

A BP vai descer o preço da gasolina em 2 cêntimos a partir das 0h00 deste sábado, avançou fonte da petrolífera à Agência Financeira.
A BP não vai alterar o preço do gasóleo que continua a custar 1,149 euros mas o litro da gasolina vai recuar passando a custar 1,219 euros.
Esta é uma tendência que já se verificou esta semana, quando a Galp e a Cepsa desceram o preço da gasolina. Nenhuma das marcas mexeu no preço do gasóleo.

Vodafone quer nova rede com custo de 700 milhões por operador



Infra-estrutura global custa perto de 2,5 mil milhões

António Carrapatoso defende partilha de Rede Passiva de Nova Geração

O presidente da Vodafone Portugal defendeu esta quinta-feira o modelo de partilha daquilo a que apelida de Redes Passivas de Nova Geração.
O projecto, que segundo António Carrapatoso, implicaria um custo total de pouco mais de 2,5 mil milhões de euros para cobrir 3,6 milhões de casas nacionais, ficaria a cerca de 700 milhões por operador.
«Os argumentos a desfavor destas redes não são suficientes para contrariar os benefícios desta solução», sublinhou no âmbito do 18.º Congresso das Comunicações, organizado pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC).
As mais-valias desta infra-estrutura estão para a Vodafone na maximização da cobertura, na promoção da concorrência e na optimização do investimento.
«Não nos podemos atrasar seja nas Redes Passivas de Nova Geração, seja nas condições regulatórias. Os outros países estão a avançar», sublinhou António Carrapatoso.

Sonaecom mantém discurso de partilha

Já o responsável da Sonaecom, presente no mesmo encontro, reiterou o discurso que a empresa tem vindo a fazer sobre a partilha das Redes de Nova Geração (RNG).
«A Sonaecom está preparada para os desafios das RNG», sublinhou Ângelo Paupério.
«Para redes partilhadas é preciso que haja uma regulação adequada e efectiva. Essa partilha deve ser feita de uma forma não discriminatória, acrescentou o presidente executivo da empresa do grupo Sonae.

Zon já testa Internet com 100 Mbps



Anúncio de Rodrigo Costa

Projecto arrancou nas Amoreiras, em Lisboa

A Zon já está a testar Internet com velocidade de 100 Mb por segundo.
O projecto-piloto, segundo anunciou o presidente da empresa, decorre na zona das Amoreiras, em Lisboa, e a ideia é depois estendê-lo a todo o País.
Segundo Rodrigo Costa, que se referiu à medida no âmbito do 18.º Congresso das Comunicações da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), o investimento implicou já a instalação tanto ao nível de infra-estruturas como de software.
O presidente da empresa assegurou ainda que o plano da Zon passa por continuar a investir na rede de cabo.

Zon: «Sem dúvida que hoje temos concorrência»



Balanço de um ano de separação com PT

Rodrigo Costa diz que não é económico cobrir com cabo 100% do País

O presidente da Zon Multimédia fez esta quinta-feira um breve balanço de um ano da operação de separação da Portugal Telecom e sustentou que o spin-off teve efeitos práticos positivos no mercado.
«Sem dúvida que hoje temos concorrência», disse Rodrigo Costa no âmbito do 18.º Congresso das Comunicações da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC).
O porta-voz da dona da TV Cabo deixou, ainda assim, algumas críticas: «Gostava que a regulação funcionasse de outra maneira, mas o mercado funciona. O consumidor, para já, beneficia, pagando menos pelos serviços», sintetizou.
Rodrigo Costa assumiu que a empresa lida bem com concorrência, mas sublinhou que o acesso às infra-estruturas é cada vez mais difícil e atrasado, inibindo o investimento.
De acordo com o mesmo responsável, as infra-estruturas que servem de base «não podem servir de base de arremesso contra outros operadores».
«O acesso tem de ser mais simples e previsível sob pena de não ser possível concorrer neste mercado», acrescentou o presidente executivo da Zon.
Sobre o negócio do cabo, Rodrigo Costa lembrou que o plano da empresa é continuar a investir na sua rede, mas lembrou que «não é económico» cobrir com cabo 100 por cento do País.
«Falamos entre 4 e 5 milhões de casas no seu todo. É preciso ter consciência de como se fazem este investimentos», disse referindo-se às Redes de Nova Geração.
«Independentemente das discussões (sobre RNG), continuamos a avançar na nossa rede», concluiu.

Anacom rejeita ideia de Portugal atrasado em redes de nova geração



E descarta discurso miserabilista

Amado da Silva reconheceu que regulador tem sido demorado em algumas situações

O presidente da Associação Nacional de Comunicações (Anacom), José Amado da Silva, rejeita a ideia de que Portugal esteja atrasado na implementação das Redes de Nova Geração (RNG).
«Na Anacom recusamos a conversa do atraso. No máximo, aceito que sejamos os mais atrasados do grupo (de países) da frente, mas temos cerca de 30 atrás de nós. Isto não quer dizer que não pudéssemos fazer melhor, mas recuso este miserabilismo», sustentou José Amado da Silva.
No âmbito do 18.º Congresso das Comunicações organizado pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), o presidente do órgão regulador das telecomunicações lembrou que lhe cabe a função de «criar e compatibilizar a concorrência actual e futura».
«Um bom concorrente é aquele que é melhor que os outros. Não aquele que impede os outros», sublinhou Amado da Silva.
José Amado da Silva reconheceu ainda que a Anacom tem sido demorada na resolução de alguns casos do sector.

PT diz ser quem mais fez pela liberalização das telecomunicações



Zeinal Bava diz não temer concorrência

Operadora diz que concorrentes não usam mais as suas condutas porque não querem

O presidente executivo da Portugal Telecom, Zeinal Bava, disse esta quinta-feira que a empresa que dirige é a que mais contribuiu para a liberalização das telecomunicações.
«Fizemos mais pela liberalização do sector que qualquer outro agente do mercado», disse durante um debate no 18.º Congresso das Comunicações da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC).
Zeinal Bava referiu a separação da PT Multimédia como exemplo e lembrou que 46 por cento das condutas da empresa são usadas pelos concorrentes.
«Não temos medo da concorrência. Se não temos 100 por cento de utilização das nossas condutas pelos nossos concorrentes, é porque eles assim não querem», acrescentou.
Dos 24 mil quilómetros de condutas detidas pela PT, 11 mil são utilizados pela concorrência.

Resultados trimestrais reflectem «optimismo»

Já sobre os resultados que a empresa apresentou esta quinta-feira, referentes ao terceiro trimestre, Zeinal Bava explicou que os mesmos «foram bem recebidos pelo mercado».
De acordo com o presidente da PT, os mesmos reflectem «optimismo» perante o futuro. Bava sublinhou neste ponto os 65 milhões de clientes da operadora, mais 27 por cento do que em relação ao período homólogo, e o crescimento do investimento em 42% para 691 milhões de euros.
«A nossa estratégia para crescer em qualquer mercado assenta em estabilidade política, previsibilidade regulatória e capacidade de crescimento», lembrou Zeinal Bava, realçando que a PT já factura mais no estrangeiro do que em Portugal.
O lucro líquido da Portugal Telecom (PT) caiu 34,7 por cento para 437,7 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, pressionado por maiores custos e mais-valias obtidas no mesmo período de 2007, anunciou a empresa.
O EBITDA da operadora cresceu 6,6% para os 1,8 mil milhões de euros. Já as receitas operacionais consolidadas totalizaram cerca de 5 milhões de euros, neste mesmo período, representando um acréscimo de 11,1% face ao período homólogo. Esta subida, segundo a empresa, deveu-se ao crescimento da TMN e da Vivo.

Dream On - “Um musical numa viagem ao Sonho” subiu ao palco no Casino Estoril

  O 10º aniversário, da Associação Palco da Tua Arte, foi assinalado com um espectáculo cujo o título foi Dream On – “Um musical...