quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Aumentos na RTP: Lacão remete esclarecimentos para Teixeira dos Santos



"Não tenho de me pronunciar"

Jorge Lacão recebeu, esta quarta-feira, dos deputados da Comissão de Ética algumas questões pertinentes sobre a TDT (Televisão Digital Terrestre) e os aumentos dos quadros da RTP. Foi ainda abordado, na audição regimental ao ministro dos Assuntos Parlamentares, o requerimento do PSD sobre a reflexão a fazer à alteração da ERC.

Sobre a TDT, Lacão diz que a campanha arranca em Março e terá três fases, mas que está ainda dependente do aval da ANACOM.
Relativamente à questão da RTP, o ministro afirmou: "Não tenho de me pronunciar sobre situações que desconheço e não tenho competência." E remeteu para o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.

Lacão quer eleições rápidas para a ERC



Ministro dos Assuntos Parlamentares teme vazio na regulação com requerimento do PSD

O requerimento do PSD para avaliação das competências da ERC entregue esta quarta-feira à tarde na Assembleia da República deu que falar, de manhã, na comissão de ética durante a audição ao ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão.

A deputada do PS Inês de Medeiros quis ouvir a opinião do ministro, questionando se faz sentido adiar a nomeação do novo Conselho Regulador.
O ministro disse partilhar da mesma preocupação que a bancada parlamentar socialista, contudo manifestou o desejo de que as eleições para a ERC decorram com tranquilidade e a maior “brevidade possível”.
Lacão sublinhou ainda que o regulador tem “funções da maior importância”, pelo que não se pode correr o “risco de vazio” no seu funcionamento.
Cecília Meirelles (CDS-PP) referiu que o partido está disponível para reflectir sobre o papel da ERC, mas que não pretende entrar num “novo episódio triste, como foi o do provedor da Justiça”. Nascimento Rodrigues cessou funções de provedor, por renúncia ao cargo, quase um ano depois de ter terminado o seu mandato e sem que tivesse ainda sido substituído por falta de acordo entre PS e PSD.
Recorde-se que para a eleição do novo Conselho Regulador também é necessário um acordo entre os dois maiores partidos.

LISTA DE NOMES QUE O PSD QUER OUVIR

Azeredo Lopes - Presidente da ERC em exercício;

Alfredo Maia - Presidente do Sindicato dos Jornalistas;

Pinto Balsemão - Presidente do Europeen Institute for the Media, Presidente da holding Impresa e Presidente da SIC;

Eduardo Bairrão – Administrador da TVI;

Guilherme Costa – Presidente do Conselho de administração da RTP;

Ismael Augusto – Representante da União Europeia no Conselho Superior de Frequências para a TV da UIT e professor na Escola Superior de Comunicação Social;

João Palmeiro - Presidente da Associação Portuguesa de Imprensa

José Alberto Carvalho da RTP a caminho da TVI



Após demissão de Júlio Magalhães

Júlio Magalhães demitiu-se esta terça-feira à noite do cargo de director de Informação da TVI, e já começaram a surgir rumores de nomes para o lugar. Fala-se em José Alberto Carvalho, actual director de Informação da RTP, e em Luís Sobral, director editorial do IOL (TVI).

Fonte da TVI disse ao CM que, "neste momento, não há confirmação de nomes, mas é normal que dentro de muito pouco tempo isso seja feito".
José Alberto Carvalho está incontactável, bem como Luís Sobral.
O CM sabe que na redacção da RTP se aguarda o anúncio oficial da saída do até agora director de informação e o nome do seu sucessor.
Júlio Magalhães demitiu-se da direcção de Informação do canal da Media Capital durante o seu discurso no jantar do 18.º aniversário da estação, alegando motivos pessoais.
No entanto, recorde-se, o jornalista sempre disse que estava "a prazo" no cargo.

TVI: Júlio Magalhães demite-se



Jornalista deixa cargo de director de Informação

O director de Informação da TVI, Júlio Magalhães, anunciou ontem a demissão do cargo no jantar do 18.º aniversário da estação.

"A TVI faz 18 anos, eu faço 18 meses de direcção, está na hora de partir", disse. Júlio Magalhães ocupava o cargo desde Setembro de 2009, após a saída de João Maia Abreu, na sequência do fim do ‘Jornal Nacional' de Manuela Moura Guedes.
Questionado pelo CM sobre os motivos que levaram ao pedido de demissão, o jornalista adiantou que a decisão se deve "à família e aos 180 mil quilómetros que fez durante os 18 meses no cargo". Recorde-se que Júlio Reside no Porto mas tem de se deslocar a Lisboa várias vezes por semana por motivos profissionais.
Apesar da demissão, Júlio e os restantes membros da direcção de Informação, Mário Moura e José Carlos Castro, irão manter-se nos cargos até serem encontrados substitutos.
Desconhece-se ainda se algum dos membros irá integrar uma futura direcção.
Júlio Magalhães vai manter-se como jornalista da estação, mas irá voltar para a delegação do Porto. No entanto, irá continuar a apresentar o Jornal Nacional, que conta com a participação de Marcelo Rebelo de Sousa.

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