sábado, setembro 28, 2013

40h: O que vai mudar nos serviços do Estado?



Já neste sábado entram em vigor as 40 horas de trabalho semanal na função pública. Algumas coisas vão mudar. 

Centros de emprego: A partir de 1 de Outubro, os centros de emprego que têm maior fluxo de utentes, passam a estar abertos ao público das 9h00 às 17h00, sem pausa para almoço, mais uma hora do que actualmente. Serão abrangidos os centros do Porto. Gaia, Braga, Coimbra, Aveiro, Viseu, Lisboa, Cascais, Amadora, Évora, Estremoz, Portalegre, Elvas, Ponde de Sor, Montemor-o-Novo e Loulé. Nos restantes serviços continuará a ser praticado o actual horário de atendimento das 9h00 às 16h00. No início do próximo ano, este novo regime poderá generalizar-se a outros. 

Segurança Social: O Instituto de Segurança Social garante que o atendimento ao público nos serviços “será preferencialmente alargado” e terá em conta “a natureza e as características dos vários atendimentos ao público existente”. Mas não especificou quando entrará em vigor e qual o horário a praticar. 

Finanças: As repartições de finanças estarão abertas mais meia hora por dia já a partir de segunda-feira. Num despacho enviado ontem à tarde a todos os trabalhadores, ficou determinado que os funcionários do fisco vão trabalhar mais meia hora de manhã e deixam o serviço meia hora mais tarde. O aumento do tempo de trabalho vai reflectir-se no atendimento ao público e, regra geral, as repartições estarão abertas das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 16h30. Há excepções no Porto, Lisboa, Coimbra e Braga, cidades onde alguns serviços continuam a não encerrar à hora do almoço. Também nas alfândegas o horário passa para as oito horas diárias já a valer a partir de hoje. 

Museus: No Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, onde há cerca de 60 funcionários, mais de metade vigilantes, António Filipe Pimentel, o seu director, diz que estes já trabalham 39 horas. “Mas é cedo para dizer quais serão as alterações. Não somos uma repartição pública, estamos abertos aos fins-de-semana, e essa é uma engenharia complexa de fazer. Não se trata de aumentar uma hora numa jornada de trabalho tranquila.” Os outros técnicos — assistentes técnicos e técnicos superiores — há muito que trabalham as 40 horas. “Trabalham horas extraordinárias, noite fora, ao serviço dos projectos quando é preciso.” Quando estiver feito o novo horário, será enviado à Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC), que o terá que aprovar a proposta. A DGPC, esclareceu, por mail, que “deu a liberdade aos responsáveis de todos os serviços integrados, sobre a gestão e a consequente adaptação do horário de trabalho”. 

Bailado: Há organismos do Estado na área da cultura onde a lei das 40 horas há muito que está em vigor. Na Companhia Nacional de Bailado, por exemplo, cujo estatuto não é o de funcionários públicos, mas de equiparados, a excepcionalidade da actividade faz com que se trabalhe com uma tabela, o que permite uma flexibilização dos horários conforme as especificidades dos espectáculos. Isto que dizer, por exemplo, que quando existe uma digressão que possibilite o regresso no próprio dia, a direcção opte pelo pagamento de horas extraordinárias ao invés de suportar despesas de alojamento para a equipa. O mesmo se passa com os horários de trabalho, ajustados conforme os tempos de montagem dos espectáculos, ainda que exista um horário estipulado das 9h30 às 18h30, que perfaz 8 horas diárias. 

Centros de Saúde: Os centros de saúde funcionam habitualmente entre as 8h00 e as 20h00 e não está previsto um aumento dos horários do atendimento; já nas extensões e centros de saúde do interior, com horários mais reduzidos, essa possibilidade existe, mas será decidida pelas estruturas locais. 

Escolas: As secretarias das escolas vão estar abertas mais tempo na sequência da aplicação do novo horário de trabalho. Exemplos: Umas abrirão meia hora mais cedo e fecharão também meia hora mais tarde. Caso do Agrupamento de Escolas de Cinfães, onde actualmente, em regime rotativo, o horário da secretaria é já das 09h às 19h. Outras fecharão meia hora mais tarde, caso da escola secundária Rainha D. Amélia, em Lisboa, cuja secretaria passará a encerrar às 16 horas. A outra meia hora de acréscimo diário será para trabalho interno da escola. 

Tribunais: Os funcionários judiciais passam a sair às 18h em vez das 17h. Contudo, para já, face à necessidade de fazer outras alterações legislativas, o horário de atendimento ao público dos tribunais mantém-se até às 16h. 

Câmaras: As câmaras têm autonomia para decidir alargar ou não o horário de atendimento ao público. Há autarquias que já anunciaram que irão fazê-lo e outras que ainda não decidiram. 

Lojas do cidadão: As 36 lojas do cidadão vão manter o horário de atendimento ao público que praticam actualmente. Nos serviços públicos lá existentes os funcionários deverão alargar o horário, mas apenas para realizar tarefas internas.

terça-feira, setembro 24, 2013

Sete feriados nacionais em dias da semana em 2014



Em 2014, os portugueses vão poder gozar sete feriados nacionais em dias da semana. Três calham a uma terça ou a uma quinta, o que faz pensar imediatamente na tão desejada ponte. Os quatro feriados eliminados pelo Governo vão manter-se, mas apenas um calha a um dia de semana.

Ensino especial recusa alunos por falta de professores



Há escolas que estão a rejeitar alunos com necessidades educativas especiais porque ainda não têm professores e técnicos. Uma semana depois do arranque oficial do ano lectivo, há 400 crianças nesta situação. O ministro da Educação, Nuno Crato, diz que lei está a ser cumprida e que professores estão a ser colocados

domingo, setembro 22, 2013

Vida de Gulbenkian inspira J. Rodrigues dos Santos


‘O Homem de Constantinopla’ foi apresentado ontem em Lisboa

Chama-se ‘O Homem de Constantinopla’, o novo livro do jornalista e escritor José Rodrigues dos Santos, e foi apresentado ontem em Lisboa.

Trata-se de uma história ficcionada em torno da vida e obra do empresário arménio Calouste Gulbenkian e tem o selo da Gradiva. Este é o primeiro de dois romances que o autor escreveu sobre o empresário que se tornou um mecenas em Portugal, onde criou uma fundação e onde morreu, em 1955, aos 86 anos. O segundo romance, que leva o título ‘Um Milionário em Lisboa’, tem data de lançamento previsto para novembro. Um dos autores mais vendidos em Portugal, Rodrigues dos Santos publicou até ao momento onze romances e está traduzido em 20 países.

Dream On - “Um musical numa viagem ao Sonho” subiu ao palco no Casino Estoril

  O 10º aniversário, da Associação Palco da Tua Arte, foi assinalado com um espectáculo cujo o título foi Dream On – “Um musical...