quinta-feira, novembro 11, 2010

Gatos abandonam o jornal ‘A Bola’



Censura: José Diogo Quintela acusa jornal de cortar crónica

José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira, dois dos elementos dos Gato Fedorento, romperam a ligação que mantinham com o jornal ‘A Bola’, no qual assinavam crónicas semanais há vários anos.

A notícia foi avançada pelo site Sportingapoio.com, onde Diogo Quintela publicou a crónica ‘A Minha Fé', um texto em que respondia a críticas de Miguel Sousa Tavares (MST) e que diz ter sido censurada pelo diário desportivo, que cortou parte do seu texto sem o consultar. "A parte que foi truncada era uma resposta a uma acusação de Miguel Sousa Tavares", diz. Em solidariedade, Ricardo Araújo Pereira terá também cortado a ligação com o jornal. O CM tentou contactar os dois humoristas, mas até ao fecho desta edição estes não atenderam o telemóvel. O mesmo sucedeu com Vítor Serpa, director do jornal ‘A Bola'.
Na sua crónica, Quintela afirma que "em Janeiro, [MST] pediu a Pinto da Costa" que o processasse. Agora, diz, "vitimiza-se e ameaça abandonar a sua crónica em ‘A Bola', pretendendo que o Ricardo e eu sejamos responsabilizados pela sua saída".
Sousa Tavares disse ao CM "não ter nada a ver com isso". "O José Diogo Quintela está a ver se se promove à minha custa", acrescentou.
Questionado sobre a influência que o abandono das crónicas desportivas por parte destes humoristas pode ter na permanência da crónica de outro elemento do grupo, Miguel Góis, no ‘Record', Alexandre Pais, director do jornal, diz que "a única influência que espero que aconteça é que eles passem a escrever também no ‘Record'", revelando que Ricardo Araújo Pereira e José Diogo Quintela "estão convidados através... do CM".

Manuela Moura Guedes: Negoceia com SIC



A jornalista e Luís Marques (director-geral da SIC) encontraram-se no restaurante Gambrinos e deram início a negociações para a entrada de Manuela na estação de Carnaxide.

Tolerância de ponto dia 19



Concelho de Lisboa

O Governo decretou tolerância de ponto para o dia 19 de Novembro no concelho de Lisboa por causa da Cimeira de Nato. A decisão foi tomada esta quinta-feira em Conselho de Ministros e confirma a informação avançada pelo 'CM' na sua edição de hoje.

A proposta foi feita pelo ministro da Administração Interna, Rui Pereira, e "fundamenta-se em razões de segurança e, em especial, nas limitações à circulação durante o período da Cimeira", segundo se pode ler numa nota enviada às redacções.
A cimeira realiza-se nos dias 19 e 20 de Novembro

EDP perde 25 milhões com facturas não pagas



Eléctrica atenta ao incumprimento das famílias

Todos os anos a EDP tem que riscar das suas contas 25 milhões de euros com facturas de electricidade que não são pagas.

Segundo explicou ao CM Jorge Cruz Morais, administrador executivo da empresa, "a EDP está atenta à evolução do incumprimento no pagamento das contas de electricidade e procura actuar o mais rapidamente possível junto dos clientes sempre que tal acontece".
Aquele responsável explicou que, ao nível do Grupo EDP (que se encontra presente em 13 países) existem dois mil milhões de euros de facturas por pagar, mas que ainda de encontram dentro do prazo concedido para regularização pelo que não são considerados "dívidas não pagas".
"A dívida só é considerada incobrável quando não existem bens que possam servir para pagamento, e depois da EDP ter recuperado o IVA", acrescentou o administrador.
Cruz Morais disse que alguns dos maiores devedores da EDP são empresas privadas, mas não quis nomear quais, e adiantou que o Estado "é um bom pagador".
O preço da electricidade deverá subir 3,8% em 2011, o que obriga a empresa a reforçar a sua atenção em relação aos casos de incumprimento.

Precários Inflexíveis invadem call center



Apelam à greve geral de 24 de Novembro

Os Precários Inflexíveis fizeram um apelo à greve geral do próximo dia 24 de Novembro quando, quarta-feira à tarde, entraram num call center, de uma das principais instituições bancárias do País, com uma faixa onde se podia ler: “Não pisem mais o precário, Greve Geral dia 24 de Novembro!”.

Com o objectivo de mobilizar para a greve o maior número possível de trabalhadores, os Precário Inflexíveis optaram por fazê-lo junto de quem, segundo eles, “trabalha sob as piores condições”.
“Os trabalhadores e trabalhadoras dos call centers estão entre os mais explorados e mais chantageados. São policiados no seu local de trabalho, forçados a ritmos de trabalho desumanos, pressionados permanentemente, em quaisquer condições ou direitos, com elevada rotatividade e salários muito baixos. O trabalho nos call centers é um exemplo flagrante de um modelo que se tenta impor e ameaça o conjunto da classe trabalhadora”, revela a organização em comunicado
Com a entrada no call center, os Precários procuraram “furar o muro do silêncio que deixa os direitos básicos, contribuindo para denunciar a sobre-exploração de milhares de pessoas que, quase sempre sujeitas a negócios de subcontratação ou a contratos de trabalho curtos, sentem a ameaça permanente de perderem a sua ténue fonte de rendimentos”.
Sobre a greve geral de 24 de Novembro, dizem que será a “resposta fundamental” para enfrentar a austeridade e a “degradação dos rendimentos e das condições de trabalho, os cortes nos apoios sociais e nos serviços públicos”, considerando as verdadeiras urgências a precariedade, o desemprego, a perda de rendimentos e a pobreza.

Precários Inflexíveis invadem call center



Apelam à greve geral de 24 de Novembro

Os Precários Inflexíveis fizeram um apelo à greve geral do próximo dia 24 de Novembro quando, quarta-feira à tarde, entraram num call center, de uma das principais instituições bancárias do País, com uma faixa onde se podia ler: “Não pisem mais o precário, Greve Geral dia 24 de Novembro!”.

Com o objectivo de mobilizar para a greve o maior número possível de trabalhadores, os Precário Inflexíveis optaram por fazê-lo junto de quem, segundo eles, “trabalha sob as piores condições”.
“Os trabalhadores e trabalhadoras dos call centers estão entre os mais explorados e mais chantageados. São policiados no seu local de trabalho, forçados a ritmos de trabalho desumanos, pressionados permanentemente, em quaisquer condições ou direitos, com elevada rotatividade e salários muito baixos. O trabalho nos call centers é um exemplo flagrante de um modelo que se tenta impor e ameaça o conjunto da classe trabalhadora”, revela a organização em comunicado
Com a entrada no call center, os Precários procuraram “furar o muro do silêncio que deixa os direitos básicos, contribuindo para denunciar a sobre-exploração de milhares de pessoas que, quase sempre sujeitas a negócios de subcontratação ou a contratos de trabalho curtos, sentem a ameaça permanente de perderem a sua ténue fonte de rendimentos”.
Sobre a greve geral de 24 de Novembro, dizem que será a “resposta fundamental” para enfrentar a austeridade e a “degradação dos rendimentos e das condições de trabalho, os cortes nos apoios sociais e nos serviços públicos”, considerando as verdadeiras urgências a precariedade, o desemprego, a perda de rendimentos e a pobreza.

quarta-feira, novembro 10, 2010

Governo não pode usar verbas do TGV noutros projectos



Decisão da Comissão Europeia

A Comissão Europeia decidiu que as verbas RTE-T (Rede Transeuropeia de Transportes) para a linha Porto-Vigo em alta velocidade não podem ser desviadas para outros projectos, embora admita uma reprogramação do Fundo de Coesão.

"A comissão confirma que os fundos RTE-T, associados ao troço transfronteiriço da linha Porto-Vigo, não podem ser transferidos para outros projectos", refere o comissário europeu de transportes num documento a que a agência Lusa teve hoje acesso.
Esta posição foi avançada, dia 05, pelo comissário Siim Kallas, em resposta às questões levantadas pelo eurodeputado José Manuel Fernandes sobre "a vontade do governo português em desviar fundos comunitários" que estavam destinados para as linhas Lisboa-Porto e Porto-Vigo para a linha entre Lisboa e Poceirão, da ligação entre a capital portuguesa e Madrid.
O comissário esclareceu que o troço transfronteiriço Ponte de Lima-Vigo é financiado pelo orçamento das RTE-E com uma contribuição de 244,140 milhões de euros e assinalou que "está reservada para este projecto, não podendo, por conseguinte, ser reatribuída a outras prioridades". O responsável sustenta também que a comissão "ainda não recebeu qualquer proposta de transferência das ajudas do Fundo de Coesão da linha Porto-Vigo para outros projectos".
Esclareceu, porém, que se "as autoridades portuguesas decidirem concentrar-se na linha Lisboa-Madrid e pedirem uma reprogramação das prioridades do Fundo de Coesão" a mesma comissão "está pronta a examinar atentamente esse pedido, tendo em conta a situação e a justificação apresentada".

Dream On - “Um musical numa viagem ao Sonho” subiu ao palco no Casino Estoril

  O 10º aniversário, da Associação Palco da Tua Arte, foi assinalado com um espectáculo cujo o título foi Dream On – “Um musical...