quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Lacão quer eleições rápidas para a ERC



Ministro dos Assuntos Parlamentares teme vazio na regulação com requerimento do PSD

O requerimento do PSD para avaliação das competências da ERC entregue esta quarta-feira à tarde na Assembleia da República deu que falar, de manhã, na comissão de ética durante a audição ao ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão.

A deputada do PS Inês de Medeiros quis ouvir a opinião do ministro, questionando se faz sentido adiar a nomeação do novo Conselho Regulador.
O ministro disse partilhar da mesma preocupação que a bancada parlamentar socialista, contudo manifestou o desejo de que as eleições para a ERC decorram com tranquilidade e a maior “brevidade possível”.
Lacão sublinhou ainda que o regulador tem “funções da maior importância”, pelo que não se pode correr o “risco de vazio” no seu funcionamento.
Cecília Meirelles (CDS-PP) referiu que o partido está disponível para reflectir sobre o papel da ERC, mas que não pretende entrar num “novo episódio triste, como foi o do provedor da Justiça”. Nascimento Rodrigues cessou funções de provedor, por renúncia ao cargo, quase um ano depois de ter terminado o seu mandato e sem que tivesse ainda sido substituído por falta de acordo entre PS e PSD.
Recorde-se que para a eleição do novo Conselho Regulador também é necessário um acordo entre os dois maiores partidos.

LISTA DE NOMES QUE O PSD QUER OUVIR

Azeredo Lopes - Presidente da ERC em exercício;

Alfredo Maia - Presidente do Sindicato dos Jornalistas;

Pinto Balsemão - Presidente do Europeen Institute for the Media, Presidente da holding Impresa e Presidente da SIC;

Eduardo Bairrão – Administrador da TVI;

Guilherme Costa – Presidente do Conselho de administração da RTP;

Ismael Augusto – Representante da União Europeia no Conselho Superior de Frequências para a TV da UIT e professor na Escola Superior de Comunicação Social;

João Palmeiro - Presidente da Associação Portuguesa de Imprensa

José Alberto Carvalho da RTP a caminho da TVI



Após demissão de Júlio Magalhães

Júlio Magalhães demitiu-se esta terça-feira à noite do cargo de director de Informação da TVI, e já começaram a surgir rumores de nomes para o lugar. Fala-se em José Alberto Carvalho, actual director de Informação da RTP, e em Luís Sobral, director editorial do IOL (TVI).

Fonte da TVI disse ao CM que, "neste momento, não há confirmação de nomes, mas é normal que dentro de muito pouco tempo isso seja feito".
José Alberto Carvalho está incontactável, bem como Luís Sobral.
O CM sabe que na redacção da RTP se aguarda o anúncio oficial da saída do até agora director de informação e o nome do seu sucessor.
Júlio Magalhães demitiu-se da direcção de Informação do canal da Media Capital durante o seu discurso no jantar do 18.º aniversário da estação, alegando motivos pessoais.
No entanto, recorde-se, o jornalista sempre disse que estava "a prazo" no cargo.

TVI: Júlio Magalhães demite-se



Jornalista deixa cargo de director de Informação

O director de Informação da TVI, Júlio Magalhães, anunciou ontem a demissão do cargo no jantar do 18.º aniversário da estação.

"A TVI faz 18 anos, eu faço 18 meses de direcção, está na hora de partir", disse. Júlio Magalhães ocupava o cargo desde Setembro de 2009, após a saída de João Maia Abreu, na sequência do fim do ‘Jornal Nacional' de Manuela Moura Guedes.
Questionado pelo CM sobre os motivos que levaram ao pedido de demissão, o jornalista adiantou que a decisão se deve "à família e aos 180 mil quilómetros que fez durante os 18 meses no cargo". Recorde-se que Júlio Reside no Porto mas tem de se deslocar a Lisboa várias vezes por semana por motivos profissionais.
Apesar da demissão, Júlio e os restantes membros da direcção de Informação, Mário Moura e José Carlos Castro, irão manter-se nos cargos até serem encontrados substitutos.
Desconhece-se ainda se algum dos membros irá integrar uma futura direcção.
Júlio Magalhães vai manter-se como jornalista da estação, mas irá voltar para a delegação do Porto. No entanto, irá continuar a apresentar o Jornal Nacional, que conta com a participação de Marcelo Rebelo de Sousa.

terça-feira, fevereiro 22, 2011

José Sócrates testa autocarro elétrico construído em Portugal



O primeiro autocarro eléctrico totalmente construído em Portugal está pronto a circular. O projecto do Grupo Salvador Caetano foi testado por José Sócrates. O primeiro autocarro não poluente vai começar a transportar passageiros em Abril em Vila Nova de Gaia e outro veículo vai ser exportado para a Alemanha.

Assédio é um fenómeno crescente



Muitos portugueses enfrentam este fenómeno crescente, que, por cá, não tem ainda enquadramento legal. Os investigadores alertam para os perigos das redes sociais e para o escalar de comportamentos obsessivos.

Trabalhadores processam a CP



Os trabalhadores da CP vão processar judicialmente a empresa já a partir do fim do mês. Os trabalhadores consideram que a administração está a cortar de forma ilegal uma parte dos salários.

Dona da TVI lucra menos 5,2 milhões



Contas de 2010: Resultado líquido de 12,4 milhões

A Media Capital, dona da TVI, encerrou o ano de 2010 com um lucro de 12,4 milhões de euros, uma quebra de 5,2 milhões (30%) em relação ao resultado do ano anterior.

Contactado pelo CM, Miguel Pais do Amaral, que está a negociar a compra de uma participação na empresa, não quis comentar os resultados da Media Capital, já que, diz, não é accionista da mesma. Questionado sobre o ponto de situação das negociações, o empresário apenas adiantou que "as coisas estão encaminhadas". Miguel Pais do Amaral revelou ainda que não vai estar presente no jantar de hoje, que assinala os 18 anos de vida da TVI (celebrados no último domingo). "Não vou estar presente. Não fui convidado e desconheço esse jantar", disse.
Numa análise aos resultados do grupo, destaque para a redução de 7% das receitas, que se situaram nos 249 milhões de euros. A cair estiveram também os custos, que se ficaram pelos 221 milhões de euros (menos 8,6 milhões). Aqui, destaque para a queda de 7,4 milhões em custos com pessoal.
No ano passado, a área de televisão facturou 158,6 milhões de euros, mais 1% do que no ano anterior, devido sobretudo ao aumento dos "proveitos decorrentes de chamadas de valor acrescentado".
A subir estiveram também as receitas da rádio, que aumentaram 3% para os 13,8 milhões de euros. Isto apesar dos custos de 815 mil euros registados com o encerramento do Rádio Clube.
Em sentido contrário estiveram as restantes áreas de negócio. As receitas da produção audiovisual desceram 15% para os 91,7 milhões e as de entretenimento caíram 38% para os 17,5 milhões.

Dream On - “Um musical numa viagem ao Sonho” subiu ao palco no Casino Estoril

  O 10º aniversário, da Associação Palco da Tua Arte, foi assinalado com um espectáculo cujo o título foi Dream On – “Um musical...