sábado, agosto 06, 2011

RTP dá imagens à Benfica TV



Acordo: Canal do estado tem direito de preferência dos jogos

"Há mais de um ano que temos um protocolo com a RTP", confirmou ao CM fonte da Benfica TV, que tem vindo a "adquirir imagens do Arquivo da RTP", mas sem grande expressão nas contas do canal.

O Correio da Manhã sabe que, entre Novembro de 2010 e Maio de 2011, a RTP facturou menos de 150 mil euros por oito horas e meia de imagens cedidas ao Benfica.
"Pensámos que iam pedir mais imagens, pelo que o valor é incipiente", disse ao CM José Marquitos, administrador da RTP. Mas, ao que o CM apurou, a facturação não especifica datas e as horas facturadas são inferiores às cedidas no referido período: 54 horas de imagens. O protocolo entre as partes reveste-se, portanto, de condições especiais. "Mas é totalmente transparente e está feito para ser adaptado a qualquer outro canal desportivo", diz Marquitos. E acrescenta: "A facturação rege-se por uma tabela pré-definida". "É um modelo de negócio com vantagens para ambas as partes. A RTP tem o direito de preferência na exibição de alguns jogos, como sucedeu no ano passado com o jogo de apresentação do Sport Lisboa e Benfica", recorda. A Benfica TV tem pedido imagens de jogos de andebol e de basquetebol que considera mais emblemáticos mas também imagens de Eusébio.

Coleccionadores reúnem-se em Lagoa e Rio Maior



Coleccionismo

A Associação Filatélica Alentejo Algarve e o Lions Clube de Portimão estão a organizar a Ficalgarve 2011 - Feira Internacional de Coleccionismo do Algarve que terá lugar no Pavilhão da Fatasul, de 3 e 4 de Setembro, em Lagoa. O encontro - e convívio - entre coleccionadores das diversas modalidades de coleccionismo tem como objectivo promover a possibilidade de encontrar peças para ampliar as suas colecções.

Nesta feira internacional do Algarve poderão inscrever-se coleccionadores e comerciantes das diversas modalidades de coleccionismo, tais como selos, moedas, notas, postais, relógios, bilhetes de transporte, porcelanas, marfins, brinquedos, entre outros.
Para assinalar o evento os Correios de Portugal vão editar uma marca postal.
A realização deste certame conta com a colaboração e patrocínio da Câmara Municipal de Lagoa, CTT e Federação de Filatelia.
Por sua vez a Junta de Freguesia de Rio Maior vai realizar, também, a 3 de Setembro a 24 ª edição do Encontro de Coleccionadores de Rio Maior que está integrado na Frimor 2011 - Feira Nacional da Cebola.
O encontro de coleccionadores de Rio Maior tem lugar, como habitualmente, no Pavilhão Gimnodesportivo com limite para 300 participantes.
As inscrições para a Ficalgarve terminam a 10 de Agosto podendo os interessados solicitar informações para o telemóvel 933256835, enquanto que para o Encontro de Rio Maior as inscrições terminam a 24 de Agosto e podem ser pedidas para o Junta de Freguesia de Rio Maior 243995114.

Chuva adia concerto de Rui Veloso



Espectáculo estava marcado para esta noite

O concerto de Rui Veloso, marcado para esta noite no Live Beach, em Mangualde, foi adiado, por causa do mau tempo, para o próximo sábado dia 12 de Agosto, à mesma hora.

Os bilhetes adquiridos para o concerto mantêm-se válidos para a próxima data e para os que ainda quiserem adquirir bilhete para dia 12 de Agosto este terá o custo de 5€, valor que incluiu a entrada da praia durante o dia.

Confusão prolonga prazo para concurso



Educação: Professores chegaram a temer a exclusão

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) prolongou até segunda-feira o prazo para candidatura de milhares de professores do quadro sem horário atribuído no próximo ano lectivo, depois de os sindicatos terem denunciado situações de "caos". "Há falta de informação e os serviços do MEC não dão resposta", queixava-se terça-feira Luís Lobo (Fenprof). O MEC alargou o prazo, que chegava ao fim ontem, para "permitir que as escolas e professores terminassem os processos", referiu a tutela ao CM.

Lobo acredita que agora todos conseguirão concorrer, mas não poupa críticas: "Não evitaram que muitos professores vivessem dos piores momentos da sua vida profissional, com medo de ficarem excluídos do concurso."
Os sindicatos foram também inundados com pedidos de esclarecimento e ontem eram criticados em blogues de professores por não darem resposta. "Não somos responsáveis pelo concurso, mas estamos a apoiar por telefone, e--mail e presencialmente", garante Luís Lobo.
"Fomos bombardeados por telefonemas de professores sócios [do sindicato] e não sócios. Temos capacidade de responder aos nossos sócios e quanto aos outros fazemos o que podemos. Na próxima semana reforçamos o apoio", disse.
O dirigente acredita que o problema no concurso foi provocado pelo "grande aumento de professores sem horário atribuído".
Para Manuel Pereira, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, o aumento de docentes sem horário é responsabilidade do anterior Governo, cujo despacho de organização do ano lectivo cortou nos créditos atribuídos às escolas, e também do actual Executivo, por fazer regressar às escolas de origem professores em destacamento. "Onde estavam contratados deixa de haver vaga. Vai haver muita gente desempregada", alerta Manuel Pereira.

Aulas a 8 de Setembro



Novo ano lectivo

O novo ano lectivo para os ensinos pré-escolar, básico e secundário arranca entre os dias 08 e 15 de Setembro, com excepção dos estabelecimentos particulares de ensino especial, onde as aulas devem começar dia 2.

O despacho ministerial publicado em Diário da República define o fim do primeiro período para 16 de Dezembro. O segundo período começa a 3 de Janeiro e termina a 23 de Março. No que toca ao terceiro período, que começará a 10 de Abril, os alunos dos 6º, 9º, 11º e 12º anos vêem as aulas terminadas no dia 8 de Junho, ao passo que os alunos dos restantes anos entrarão nas férias grandes no dia 15 de Junho.
Os estabelecimentos particulares de ensino especial dependentes de cooperativas e associações de pais arrancam as aulas no dia 2 de Setembro e terminam a 15 de Julho. O primeiro período termina dia 6 de Janeiro e o segundo começa dia 11 de Janeiro.

segunda-feira, julho 04, 2011

‘A Flor do Cacto’ sobe ao palco do Teatro Politeama



A Flor do Cacto é um dos grandes clássicos do teatro de comédia do século XX e regressa agora ao nosso país, ao palco do Teatro Politeama.
A nova versão encenada por Filipe La Féria foi adaptada pelo próprio à actualidade. Em palco, a sátira ao Portugal de hoje vai ser contada pelos grandes actores Rita Ribeiro, Carlos Quintas, Vítor de Sousa, Joel Branco, Helena Rocha, Hugo Rendas, Patrícia Resende e Bruna Andrade.
Na adaptação de Filipe La Féria, esta grande comédia desenrola-se em hilariantes sequências de identidades trocadas, com diálogos vigorosos. A história é a de Júlio Cortês, um atraente dentista de meia-idade que, para fugir ao compromisso, diz à sua namorada que é casado. Quando esta pretende conhecer a mulher, Júlio recorre à sua severa enfermeira, para desempenhar o papel.

Nos anos 70, foi um êxito em Portugal e ficou dois anos no Teatro Monumental

A Flor do Cacto, de Pierre Barillet e Jean-Pierre Grédy, foi representada em todo o
mundo com enorme êxito e adaptada ao cinema.
Horário: de quarta a sábado, às 21h30; sábado e domingo, às 17h.

domingo, julho 03, 2011

Professor diz em tribunal que Sócrates não fez licenciatura



O antigo responsável pelos cursos de Engenharia da Universidade Independente (UnI) afirmou ao tribunal que julga um dos processos-crime relacionados com esta instituição que José Sócrates «não é engenheiro», mas sim «supostamente licenciado» em Engenharia Civil.
E contou como o próprio ex-reitor, Luís Arouca, lhe confessou que todo esse processo passou-se nas suas costas.
As declarações são de Eurico Calado, professor fundador da UnI e durante vários anos director da respectiva Faculdade de Ciências e Tecnologia, sendo o responsável pela estruturação dos respectivos cursos e currículos. Foi também o último reitor da universidade, na sua fase final, antes de encerrar por ordem do Ministério do Ensino Superior, em Outubro de 2007.
No passado dia 20, Eurico Calado esteve a depor como testemunha no julgamento de um dos processos da UnI: o que tem como arguida a juíza Isabel Magalhães, ex-mulher de Rui Verde (antigo vice-reitor da universidade), acusada de falsificação e de branqueamento de capitais por, alegadamente, ter pactuado e beneficiado de parte dos 6,7 milhões de euros desviados pelo ex-marido.
As declarações de Eurico Calado sobre José Sócrates surgiram quando explicava ao Tribunal como, em meados dos anos 90, Arouca e Rui Verde começaram a disputar o poder e a afrouxar as regras, fazendo a UnI entrar num caminho «de descrédito», em termos académicos, que lhe desagradou e o levou a sair, em 2000.

«Se soubesses, nunca se tinha feito»

«Isto é importante por causa do Sócrates – ou melhor, ‘candidato’ Sócrates, como o Paulo Portas lhe chamou sempre nos debates na TV. E muito bem porque ele não é engenheiro». O professor universitário contou mesmo que chegou a confrontar Luís Arouca: «Perguntei-lhe: ‘Ouve lá, Luís. Então o Sócrates licenciou-se na minha universidade, na faculdade de que eu sou director, e que até fez a minha cadeira (Inglês Técnico) e eu nunca soube de nada?’. Ele respondeu-me: ‘Se soubesses, isto nunca se tinha feito’. ‘Pois não’, respondi eu. Pelo menos nunca daquela maneira».
A testemunha explicou ainda aos juízes: «Eu percebo que as universidades precisam de visibilidade política. Ele era secretário de Estado e há umas manobras que é sempre possível fazer, mas dentro da legalidade, como apresentar uns trabalhos. E houve outros casos destes, de descrédito».
Mais à frente, o professor descreveu o ambiente conturbado nos dias que antecederam a prisão de Rui Verde e de Luís Arouca, na Primavera de 2007, com a invasão das instalações por skinheads e alunos, e a suspensão das aulas – levando a Inspecção-geral do Ensino Superior a entrar na UnI. Ao mesmo tempo, a Imprensa noticiava as dúvidas que a licenciatura do primeiro-ministro suscitava: «Atenção, o Sócrates tinha sido, supostamente, licenciado pela UnI. Talvez isto responda à pergunta de porque é que aquilo demorou tanto tempo a fechar. E também responde à pergunta de por que é que fechou. Porque, se não fecha, o processo acaba...».
No mesmo dia e perante o mesmo tribunal, depôs outra testemunha: Christian de Freitas, que foi contratado pela UnI para analisar a situação financeira e fazer um plano de recuperação. E afirmou que ia tratar destes assuntos à CGD, com Armando Vara, por indicação do vice-reitor, Rui Verde.
Recorde-se que a gestão da UnI – de onde foram desviados milhões de euros – está a ser julgada em dois tribunais. O julgamento do processo principal, contra antigos accionistas e dirigentes, entre outros arguidos, acusados de associação criminosa, abuso de confiança e burla, corre nas Varas Criminais de Lisboa, presidido pela juíza Ana Peres. E o segundo, por ter como arguida uma juíza, que tem de ser julgada por um tribunal superior, está a cargo do Tribunal da Relação de Lisboa, sendo presidido pelo desembargador Ricardo Cardoso. As testemunhas que ambos têm de ouvir são as mesmas e os julgamentos, dada a extensão dos processos, decorrem nas salas do Tribunal de Monsanto.
Outros professores e antigos funcionários têm testemunhado as irregularidades verificadas ao longo de uma década na UnI, sem que as autoridades do sector alguma vez a fiscalizassem.

Dream On - “Um musical numa viagem ao Sonho” subiu ao palco no Casino Estoril

  O 10º aniversário, da Associação Palco da Tua Arte, foi assinalado com um espectáculo cujo o título foi Dream On – “Um musical...