domingo, novembro 13, 2011

TVI corta 5% na massa salarial




Orçamento 2012: Maioria dos cortes será na informação


O plano de redução de despesas que vai ser adoptado pela TVI inclui um corte de 5% na massa salarial e de 10% nas despesas, apurou o CM.

Os cortes vão abranger todo o grupo Media Capital, que detém a estação, mas vão reflectir-se, essencialmente, no domínio da Informação.
"Ainda estamos a trabalhar no orçamento para 2012, pelo que é prematuro avançar com alguma decisão", disse ao CM Miguel Gil, administrador executivo do grupo, dando a entender que este tipo de medidas já eram esperadas. "Temos de ser sensíveis ao que está a acontecer no mundo e à situação em que o País se encontra."
José Alberto Carvalho, director de Informação do canal, já havia dito ao CM: "Estamos em contenção de custos, como muitas empresas do sector. A poupar no que é possível".
Sobre a redução de 5% na massa salarial, Miguel Gil não confirma a percentagem do corte, mas adianta: "Faz parte dos trabalhos que estamos a desenvolver e que envolvem toda a estrutura de custos da Media Capital, e não apenas da TVI."
Quanto à TVI 24, o objectivo agora é apostar no seu crescimento, pelo que estão previstas algumas mudanças.
Tal como o CM noticiou quinta-feira, em 2010 a Media Capital gastou 51,7 milhões de euros nos salários de 1677 funcionários, o que dá uma média de 2203 euros mensais (30 849 euros anuais).
Esta semana, sabe o CM, representantes da Prisa reuniram--se com as administrações da Media Capital e da Plural.

quinta-feira, novembro 10, 2011

Professor ignora Amadeu Lima de Carvalho



Prossegue julgamento da Universidade Independente no tribunal de Monsanto

José Alberto Coelho Vieira, que foi professor de Direito na extinta Universidade Independente, garantiu anteontem, no Tribunal de Monsanto, em Lisboa, nunca ter dado aulas a Amadeu Lima de Carvalho (auto-intitulado accionista maioritário da Sides, sociedade detentora da UnI) e que nunca viu o arguido a exercer a função de docente na UnI.

"Fui professor a partir de 1994, comecei a dar aulas a 2º e 3º anos, e não me lembro de Amadeu Lima de Carvalho ter sido aluno nas minhas cadeiras", afirmou o professor, assegurando nunca ter visto Lima de Carvalho dar aulas na universidade: "Só se havia um curso de Direito clandestino".
Na sessão de ontem foram ouvidas mais três testemunhas. O julgamento da UnI arrancou em Maio deste ano e tem 23 arguidos acusados de crimes de natureza económica, como fraude fiscal, burla e falsificação.

quinta-feira, setembro 01, 2011

IVA aumenta factura de gás e electricidade



Energia: Estado arrecada mais 100 milhões de euros

O IVA sobre a electricidade e sobre o gás natural sobe hoje de seis para 23 por cento, agravando a próxima factura destes serviços essenciais. A subida do imposto foi anunciado pelo Governo e decorre do memorando de entendimento assinado com a troika.

Trata-se do segundo aumento este ano da factura da electricidade e do gás que subiram, respectivamente, 3,8 por cento em Janeiro e 3,9 por cento em Julho, por indicação da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e subscrita pelo Governo.
O aumento da taxa de IVA de 6 para 23 por cento fará com que, na electricidade, uma factura de 45 euros - a média dos portugueses - passe para 52,02 euros, ao passo que, a nível de gás, uma factura de 25 euros sofrerá um aumento de cerca de quatro euros, para os 28,9 euros.
No total, os 70 euros gastos em média pelos portugueses em electricidade e gás serão actualizados para 81 euros por mês.
Desta forma, o Estado deverá arrecadar, até ao final do ano, cerca de 100 milhões de euros em impostos.
As empresas fornecedoras vão actualizar directamente o imposto, dado que o preço da energia é fixado pela ERSE, sobretudo no caso do gás natural, em que tudo é determinado por aquela entidade reguladora.
Recorde-se que, para além da energia consumida, e dos impostos, os portugueses ainda subsidiam as energias renováveis através da factura.

Salários no sector público vão continuar congelados



Por mais dois anos

O Governo defende o congelamento dos salários e das promoções e progressões no sector público nos próximos dois anos para garantir que o peso das despesas com pessoal no PIB vai decrescer efectivamente.

"Preconiza-se o congelamento dos salários no sector público, em termos nominais, naqueles anos, bem como o impedimento, a qualquer título, de consequências financeiras associadas a promoções e progressões", diz o documento de estratégia orçamental esta quarta-feira apresentados pelo ministro das Finanças.
A redução média em 5 por cento dos salários do sector público aplicada em 2011 vai manter-se no próximo ano, eventualmente com os aperfeiçoamentos considerados necessários.
O congelamento salarial será uma medida complementar à redução de efectivos na função pública de modo a garantir a redução efectiva da despesa com pessoal do Estado em termos de percentagem do Produto Interno Bruto.
Neste contexto, vai também ser posta em prática uma política de racionalização das horas extraordinárias e ajudas de custo.
O documento diz ainda que vão ser revistas as carreiras ou categorias que estão à espera de decisão para extinção ou manutenção, tal como serão revistos os suplementos remuneratórios de algumas carreiras ou corpos especiais.

Dream On - “Um musical numa viagem ao Sonho” subiu ao palco no Casino Estoril

  O 10º aniversário, da Associação Palco da Tua Arte, foi assinalado com um espectáculo cujo o título foi Dream On – “Um musical...