sexta-feira, maio 21, 2010

Os vencedores dos Prémios M&P

Ontem à noite, no Centro de Congressos de Lisboa, decorreu a gala de entrega dos Prémios Meios & Publicidade 2010. Conheça os vencedores:

Marketing & Publicidade

Relacional:
OgilvyOne

Agência Digital:
Wiz

Agência de Comunicação:
Lift


Agência de Eventos:
Desafio Global Ativism


Marca:
Meo


Produtora de Imagem:
Garage Films


Produtora de Som:
Índigo

Empresa de Publicidade Indoor/Exterior:
JCDecaux

Agência de Design:
Brandia Central

Agência de Meios:
Initiative


Agência de Publicidade:
MSTF Partners

Prémio Voz:
Margarida Vila Nova

Personalidade Publicidade:
Duda Mendonça

Personalidade de Comunicação:
António Cunha Vaz


Media


Publicação de Informação e Tecnologias de Informação:
PC Guia

Publicação sobre Automóveis:
Turbo

Publicação de Televisão:
TV Guia

Publicação de Viagens:
Evasões

Publicação de Saúde e Educação:
Pais&Filhos


Publicação de Decoração:
Caras Decoração

Publicação de Sociedade:
Caras

Publicação Feminina:
Happy Woman


Publicação Masculina:
Maxmen


Newsmagazine:
Sábado

Suplemento:
Única

Publicação Desportiva:
Record


Site de Informação:
Jornal de Negócios

Diário Gratuito:
Destak

Produtora de Televisão:
Plural

Diário de Informação Económica:
Jornal de Negócios


Semanário Generalista:
Expresso

Diário Generalista:
Correio da Manhã

Rádio:
Rádio Comercial


Canal Cabo Internacional:
Fox Life


Canal Cabo Nacional:
SIC Notícias


Canal Generalista :
SIC


Prémio Carreira:
Cândido Rodan


Personalidade de Media:
Luís Cabral


Segurança: Ministro da Justiça recusa o "fundamentalismo do Direito"

O ministro da Justiça, Alberto Martins, recusou hoje no Porto o "fundamentalismo do Direito" em situações em que a liberdade e a segurança colidem.
"Não podemos cair na tentação do fundamentalismo do Direito", já que certas circunstâncias podem obrigar a "compressões nas liberdades individuais, em limites que sejam adequados, necessários, razoáveis, proporcionais", disse Alberto Martins.
O ministro considerou que segurança e liberdade "são duas faces da mesma moeda" e disse que "é no equilíbrio ente segurança e o excesso de garantismo que temos de encontrar uma solução" para os problemas que se colocam ao mundo depois dos atentados do 11 de setembro em Nova Iorque.

Segurança: PSP e REFER lançam campanha virada para utentes dos transportes ferroviários

Alertar os utentes dos transportes ferroviários para aspetos ligados à segurança em transportes públicos é um dos objetivos de uma campanha da PSP com a REFER, que decorre entre segunda feira e 04 de junho.
Segundo a PSP, trata-se de uma "iniciativa inédita", a nível nacional, que pretende "alertar a população em geral e os utentes dos transportes ferroviários em particular para o quadro vigente em Portugal em matéria de segurança em transportes públicos".
Para o efeito, a PSP procurou acautelar dois tipos de situações: os ilícitos criminais que são cometidos a bordo dos transportes públicos e numa segunda vertente os princípios de segurança que devem nortear os utilizadores de transportes públicos, especificamente os atravessamentos de linha.

Guia de perguntas e respostas sobre o aumento de impostos


Vem aí um novo plano de austeridade. Todos os impostos vão aumentar e as dúvidas são muitas. A Renascença preparou um guia de perguntas e respostas composto a partir de uma entrevista a Jaime Esteves, fiscalista da consultora norte-americana PricewaterhouseCoppers. Saiba tudo sobre os novos impostos.

O Governo apresentou ao país um plano de austeridade para conter o défice público. Quem vai ser afectado pelas medidas?

Neste momento, tendo em conta o que foi anunciado, vai surgir, desde logo, a redução do lado da despesa. Mas o que irá suceder é fundamentalmente um aumento da receita fiscal. Esse aumento acabará por ser repartido por famílias, empresa e titulares de rendimentos, na medida em que vai haver aumento do IRC, aumento das taxas de IRS e um aumento generalizado de todas as taxas de IVA.


Vai apanhar todos os escalões de IRS?
Apanha transversalmente todas as famílias, com maior pendor para as famílias de rendimentos mais elevados, na medida em que, até ao terceiro escalão de rendimentos de IRS (rendimento anuais até 17.979 euros), o aumento é de um ponto percentual. Para os escalões superiores, será de 1,5 pontos percentuais. Relativamente ao IVA, o aumento é sempre de um ponto percentual. O IVA tem um efeito ligeiramente regressivo e, nessa medida, terá um impacto um pouco maior nas famílias de menores rendimentos.


Diz-se que o Estado poderá amealhar cerca de 300 milhões de euros com a sobretaxa de IRS. Será mesmo assim?
Dependendo do momento em que o aumento terá efeitos, será um valor credível. Se pensarmos que as sobretaxas de 1% e de 1,5% vão aplicar-se aos rendimentos auferidos na totalidade do ano, portanto desde 1 de Janeiro de 2010, o montante avançado terá credibilidade. Se inversamente se aplicar apenas a metade do ano, seja Junho ou Julho, eventualmente o valor avançado pecará por excesso. Há também que ter conta que as taxas de retenção na fonte serão aumentadas de 20 para 21,5% para aqueles rendimentos que não são sujeitos a emolumento.


Fazendo a simulação para uma pessoa solteira, sem filhos, com um rendimento anual de 14 mil euros, quanto pode pagar de IRS?
Se fizermos a anualização desses valores e pensarmos que o aumento se aplica desde o início do ano, 1 de Janeiro (é o que vai suceder a partir de 2011; em 2010, a sobretaxa aplica-se apenas a sete meses do ano), as simulações da PricewaterhouseCoopers para um casal solteiro, sem filhos e com um rendimento de 14 mil euros apontam para um aumento de 98,96 euros no IRS. Já no caso de um casal com um filho, a ganhar 27 mil euros anuais, o aumento será de 197,92 euros.


Para um casal com um filho, mas que ganhe 154 mil euros anuais, qual será a penalização?
Neste caso, o aumento será de 1.876 euros. O mesmo acontece num casal com dois filhos e com o mesmo rendimento anual de 154 mil euros. Terá o mesmo aumento de 1.876 euros, tendo em conta estimativas anuais.


Como se explica que um casal só com um filho pague o mesmo que um casal com dois filhos?
A explicação é fácil. Todas as condicionantes personalizantes do IRS mantêm-se constantes. Portanto, as deduções por saúde, educação e por dependentes a cargo mantêm-se iguais. O remanescente das taxas também se mantém igual. Temos, neste caso, para um rendimento de 154 mil euros um aumento de 1,5%. E, portanto, é esse aumento que é repartido pela totalidade da população e, independentemente das condições pessoais do agregado familiar, o aumento de imposto é exactamente igual.


Pensionistas que ganham mais também vão pagar mais IRS?
Tal como para os rendimentos do trabalho, os rendimentos até um salário mínimo nacional não vão sofrer aumentos. Entre este valor e o terceiro escalão haverá um aumento de 1%. Nos escalões superiores, será de 1,5%. Também nos pensionistas, a parte personalizante do imposto já está estruturada e ter-se-á apenas o efeito marginal do aumento, como ocorre para os trabalhadores dependentes.


Diz-se que Estado espera obter 500 milhões de euros em receita com o aumento do IVA. É um valor expectável?
O valor da receita do Estado com o aumento da taxa de IVA será empacotado, desde logo, por conta do aumento de 1% que incidirá sobre a generalidade do consumo. Todas as taxas, mínimas, intermédias e agravadas, vão ter um aumento de um ponto percentual. Neste caso, é claro que as novas taxas só se aplicarão à aquisição de bens e serviços posteriores à entrada em vigor da lei. Portanto, temos um efeito apenas para metade do ano. Por outro lado, o aumento da receita dependerá da evolução do consumo e do PIB. Para a totalidade do ano, 500 milhões de euros de aumento da receita fiscal, e considerando o impacto que a redução do IVA de 21% para 20% teve, parece-me uma expectativa relativamente optimista e que eventualmente não se confirmará.


Em que ponto vai ficar o poder de compra dos portugueses?
O rendimento disponível será empacotado negativamente com o aumento do IRS e a capacidade de poder de compra também será empacotada negativamente em função do aumento generalizado do IVA, que sobe um ponto percentual nas três taxas (passa a 6%, 13% e 21%). O impacto nas famílias dependerá das despesas com habitação. O financiamento à habitação, bem como a renda, não estão sujeitos a IVA e, portanto, quanto maior for a fatia afecta a esse montante, menor será o impacto.


Estas medidas de austeridade podem promover a fuga ao fisco?
Como é sabido, o aumento da taxa de tributação aumenta a apetência para a tributação - isso é uma verdade empírica e estudada. De qualquer forma, a máquina fiscal em Portugal está cada vez mais eficiente. Há mecanismos de controlo que estão devidamente implementados: 1% e 1,5% de aumento de IRS não é suficiente para aumentar de forma significativa a fuga ao fisco. No entanto, nos escalões mais altos do IRS, o aumento poderá ser significativo. A taxa máxima era de 42%, foi aumentada para 45% e agora sofre outro aumento de 1,5%. Entretanto, há ainda os rendimentos com as mais-valias, que estavam isentos de imposto e que passam agora a ser tributados a expectavelmente 20%. Para os rendimentos mais altos vai haver um aumento maior da carga fiscal e, por essa via, pode haver uma maior apetência para a fraude e evasão fiscal.


O aumento do imposto de selo ao crédito ao consumo pode retrair o consumo interno?
Retrairá seguramente. O consumo das famílias tem sido estimulado pelo acesso fácil ao crédito. Não se sabe ainda bem qual será o aumento da tributação - não se sabe se será um sinal político para a necessidade de contenção por parte das famílias ou se será uma medida mais forte, com um aumento substancial que tem impacto forte no consumo. De qualquer forma, há um esforço de contenção que é necessário fazer. Provavelmente, muito mais do que o aumento da tributação, será a própria restrição por parte dos agentes disponibilizadores do crédito ao consumo.


Este ano haverá também aumento do IRC. É razoável esperar que este aumento consiga gerar receitas para o Estado na ordem dos 160 milhões de euros, como já foi dito?
Em função daquilo que tem sido a receita histórica ao nível do IRC, e assumindo que há um aumento de 2,5% aplicado aos lucros tributáveis das empresas com lucros superiores a dois milhões de euros e que esse aumento é aplicado aos rendimentos do ano de 2010, talvez não seja excessivamente optimista falar num encaixe de 160 milhões de euros, desde que não haja uma contracção do PIB e do lucro das empresas.

Ainda não há indicação concreta de como estes 2,5% vão ser cobrados, mas recordo que as empresas apresentarão as declarações de IRC em 2011, relativamente aos rendimentos de 2010, e, expectavelmente, o aumento da receita acontecerá para o ano e não em 2010.


Para empresas que ganhem menos de dois milhões de euros por ano, o agravamento é menor?
Para empresas com lucro tributável até dois milhões de euros, não haverá impacto. Poderá haver impacto se a actual taxa de 12,5% para lucros tributáveis menores for abolida. Não há indicação ainda nesse sentido. Os 2,5% de aumento da taxa de IRC, que o elevam de 25% para 27,5%, incidirão apenas nas empresas com lucros acima dos dois milhões de euros.

Sócrates mostra fotos de obras para provar que TGV avança em Espanha

O PSD pediu hoje, sexta-feira, ao Governo garantias de que Espanha vai avançar já com o TGV Lisboa-Madrid e o primeiro-ministro acusou a oposição de precipitação e mostrou fotos e um mapa das obras do lado espanhol.
José Sócrates referiu também que um porta-voz oficial do Ministério do Fomento espanhol disse hoje, sexta-feira, à agência de notícias espanhola EFE que "todos os protocolos firmados sobre estes projectos mantêm toda a sua vigência".
"O acordo que nós temos com Espanha é apenas um acordo quanto ao prazo: 2013. E o que o ministro veio dizer é que esse prazo se mantém", alegou.
"Essa ligação entre Lisboa e Madrid é uma ligação estratégica para o nosso país, que deve ser concluída rapidamente, dentro dos compromissos assumidos com os espanhóis, por forma a que Portugal não fique numa situação excêntrica na Europa", reiterou o primeiro ministro.
Durante o debate da moção de censura apresentada pelo PCP ao Governo, no Parlamento, o líder parlamentar do PSD, Miguel Macedo, e o primeiro ministro, José Sócrates, apresentaram leituras diferentes das declarações do ministro do Fomento espanhol relativas às obras públicas.
Miguel Macedo sustentou que, depois das declarações daquele ministro feitas na quarta-feira no Parlamento de Espanha, "não está assumido do lado espanhol" o compromisso de construir no prazo que estava previsto a ligação ferroviária de alta velocidade (TGV) Lisboa-Madrid.
José Sócrates, pelo contrário, acusou o PSD e o CDS-PP de terem induzido os portugueses em erro ao interpretar essas declarações como uma mudança de posição por parte de Espanha.
"Ambos os partidos aproveitam seja lá o que for, mesmo que seja mentira, como argumento contra o TGV. Tiveram um grave erro de precipitação", acusou o primeiro ministro.
Segundo José Sócrates, o ministro do Fomento espanhol "fez uma declaração genérica sobre as obras genericamente em Espanha" que não põe em causa o prazo acordado para a construção da linha de TGV Lisboa-Madrid.
Antes, o líder parlamentar do PSD tinha-lhe perguntado se "tem o Governo garantias formais de que o TGV do lado espanhol vai mesmo avançar de imediato, tendo em conta as declarações do ministro do Fomento espanhol no Parlamento espanhol".
Respondendo a esta questão, o primeiro-ministro citou o porta-voz do Ministério do Fomento espanhol e disse que em Espanha "há quatro troços em obras", acrescentando: "Posso mostrar-vos algumas fotografias das obras, já que não acreditam".
José Sócrates mostrou algumas fotografias e também um mapa das obras em curso do lado espanhol.
Miguel Macedo contrapôs que se trata de "adjudicações pequenas" decididas antes das declarações de quarta-feira do ministro do Fomento espanhol, às quais o PSD dá crédito. "Nós não mentimos", reagiu.
O líder parlamentar do PSD insistiu na suspensão desta obra, alegando que, neste momento, "os portugueses olham para o aumento de impostos, por um lado, e para o lançamento do TGV, por outro, e não vêem neste comportamento do Governo um critério de equidade, de bom senso e de responsabilidade".

PJ detém assaltantes que se faziam passar por autoridade

A Polícia Judiciária, através da directoria de Lisboa, deteve na quinta-feira três homens que se faziam passar por "autoridade pública" e sequestraram e furtaram um motorista de transportes de uma empresa portuguesa.
Os suspeitos, "a bordo de dois veículos ligeiros", e fazendo-se passar por autoridade pública, "utilizando indevidamente luzes de sinalização exclusiva das forças de segurança", interceptaram no IC2, no sentido Aveiras de Cima - Rio Maior, "um motorista de uma viatura pesada de transporte de mercadorias" de uma empresa portuguesa, informa a PJ.
O motorista foi "violentamente sequestrado e ameaçado com um martelo (...) com as mãos amarradas atrás das costas", tendo sido libertado duas horas depois do sequestro, "após os arguidos se terem apropriado de parte da carga" do veículo, nomeadamente "electrodomésticos, em especial LCDs", avaliados em "milhares de euros".
Dois dos arguidos, diz a PJ, "estão relacionados com a empresa de transportes alvo", sendo que um dos homens trabalha para a empresa, ao passo que o outro "já ali havia trabalhado no passado", ambos como motoristas.
Os suspeitos, informa a PJ, têm entre os 31 e os 37 anos e serão presentes hoje a primeiro interrogatório judicial para aplicação das respectivas medidas de coação.

Cavaco diz que não ficou nada surpreendido com a situação do país

O Presidente da República, Cavaco Silva, garantiu hoje, sexta-feira, que não se surpreendeu "absolutamente nada" com a situação financeira a que chegou o país, lembrando que, desde 2003, alertou para "a insustentabilidade da trajectória" que Portugal estava a seguir.
Eu tenho mais de 20 ou 30 textos escritos desde 2003 sobre a insustentabilidade da trajectória que Portugal vinha a seguir. Um país não pode aguentar durante muito tempo gastar muito mais do que aquilo que produz. Esse é o nosso grande drama neste momento", realçou Cavaco Silva aos jornalistas à margem da visita que hoje está a realizar aos concelhos de Paços de Ferreira, Baião e Felgueiras.
Após a visita às instalações da Ibermetais, em Freamunde, Cavaco Silva optou por não acrescentar muito mais aquilo que tem vindo a ser a sua posição sobre o TGV, acrescentando que o grande problema de Portugal "é a escassez dos meios do financiamento e agora a subida do risco que é feito nos empréstimos a Portugal".
"É por isso que nós temos que ter cuidado com tudo aquilo que precise de financiamento externo. Mas eu quase que ia repetir aquilo que em devido tempo disse relativamente a investimentos quer públicos quer privados", afirmou.
Cavaco Silva reforçou a mensagem de esperança a Portugal, convidando "os outros agentes políticos a virem para o terreno, trazendo o seu estímulo, a sua palavra e o seu apoio".
"Nós temos que arregaçar as mangas neste momento que é particularmente difícil para o nosso país e acreditar que venceremos tal como aconteceu noutras fases difíceis da nossa história. É isso que eu procuro: apoiar todas aquelas iniciativas que podem levar a nossa economia para a frente e combater o desemprego, que é neste momento a nossa maior tragédia", enfatizou.
O Presidente da República salientou ainda "o contributo dos municípios no fortalecimento da base produtiva dos seus concelhos", considerando que sem esta ação "Portugal não conseguirá parar a degradação da sua economia nem recomeçar a recuperação económica que nós desejamos".
"É por isso que eu venho para o terreno manifestar o meu apoio a todas as ações que as câmaras municipais, as comunidades inovadoras, as PME´s fazem para puxar a economia para a frente", disse.
A visita de Cavaco Silva, que começou em Paços de Ferreira, segue hoje à tarde para Baião, terminando o dia em Felgueiras.

Dream On - “Um musical numa viagem ao Sonho” subiu ao palco no Casino Estoril

  O 10º aniversário, da Associação Palco da Tua Arte, foi assinalado com um espectáculo cujo o título foi Dream On – “Um musical...