quarta-feira, setembro 01, 2010



Regras dos concursos vão mudar. Remuneração tem de ser publicada no momento do anúncio


Os concursos públicos internos vão passar a indicar «à cabeça» a remuneração de referência para o lugar a ocupar, avançou esta quarta-feira o secretário de Estado da Administração Pública, Gonçalo Castilho dos Santos.
Em declarações aos jornalistas, o governante explicou, citado pela Lusa, que a proposta de portaria será discutida na próxima semana com os sindicatos da Função Pública, no âmbito da negociação para alterações aos procedimentos concursais no Estado, cuja primeira reunião decorreu esta quarta-feira.
Esta medida, que visa aumentar a transparência e a eficácia dos concursos, insere-se no objectivo da tutela de «incrementar a mobilidade», sublinhou Castilho dos Santos.
«A portaria recomendará aos serviços que digam logo à cabeça qual a remuneração de referência que estão disponíveis para oferecer em negociação com os trabalhadores», disse.

Já pode poupar até 80% nos livros escolares. Veja como



Portal de vendas online aposta nos leilões de material e livros escolares neste regresso às aulas


Numa altura em que a crise económica e financeira ainda se faz sentir, os leilões de produtos escolares podem ser uma solução para a poupança das famílias.
O Leiloes.net lançou duas novas categorias, a «Material Escolar» e a «Manuais escolares» que pretendem ajudar os pais nesta fase de regresso às aulas. A poupança pode ir até 80%.
Nas novas categorias, podem encontrar-se «livros para as várias disciplinas, cadernos de exercícios, calculadoras, estojos, lápis de cor e canetas, completamente novos ou já usados», escreve a empresa em comunicado.
Por exemplo, enquanto o custo médio dos manuais escolares vendidos no Leiloes.net ronda os 7,50 euros, um manual novo pode custar entre 20 euros a 40 euros.
Para já, a subcategoria «Manuais Escolares» conta com mais de 500 artigos que podem ser comprados a partir de 1 cêntimo, e tem, por exemplo, um leilão que disponibiliza 11 livros de Física e Química, novos, a um preço de 75 euros.

Aumentos na função pública: 2% pode ser demais



Sindicato saiu da reunião com a ideia que secretário de Estado achava a reivindicação demasiado elevada


Está criada a polémica em torno do aumento salarial da função pública para 2011, depois de os sindicatos do sector terem avançado com as suas propostas. A reivindicação mais modesta é de 2% e, mesmo assim, o Governo parece achar demais.
À saída da reunião com o Ministério das Finanças, o líder do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), Bettencourt Picanço, disse aos jornalistas ter sentido a discordância do secretário de Estado da Administração Pública.
«Fizemos uma proposta que terá 18 ou 19 páginas, não esperávamos que o senhor secretários de Estado nos desse hoje qualquer indicação, mas lá foi dizendo que pensava que era ainda um valor demasiado elevado», afirmou aos jornalistas.
O STE é o que faz a proposta salarial mais moderada, reivindicando uma actualização de 2%, em linha com a taxa de inflação prevista. Já a CGTP, reivindica aumentos de 3,5%.
Já a Fesap não quis debater valores. À saída, Nobre dos Santos explicou que «a nossa proposta tem a ver fundamentalmente com situação económica do país, com a taxa de inflação esperada, haver ou não ganhos de produtividade e outros pressupostos. Se dá 2 ou três por cento, vamos ver. Nunca menos de dois por cento, porque não há condições para isso».
Confrontado com as declarações dos sindicatos (a Sintap falhou a reunião com o Governo), o secretário de Estado considerou ser demasiado cedo para tomar uma decisão. «O Governo, não sendo matéria de negociação, não teceu nenhum comentário. Informei os sindicatos que quando falasse com a comunicação social não iria tecer nenhum comentário porque neste momento é ainda prematuro. Oportunamente, nos termos da Lei, o Governo fará a sua proposta», disse.

Media: consumidores estão a criar novos padrões de consumo



Actualmente, os conteúdos transmitidos em directo ainda são de grande importância, mas a capacidade de decidir quando e onde ver televisão vai começar a afectar o papel dos conteúdos


O ConsumerLab da Ericsson acaba de divulgar os resultados de um estudo recente intitulado «Multi Screen Media Consumption 2010». O documento demonstra que as pessoas, actualmente, passam até 35 por cento do seu tempo de lazer a ver conteúdos de televisão (TV) e vídeo, e que os consumidores se estão a tornar cada vez mais conscientes das novas tecnologias, que, por sua vez, estão a criar novos padrões de consumo de media.
Dos consumidores inquiridos, 93 por cento ainda assiste a transmissões de TV «lineares» e programadas pelo menos uma vez por semana, mas o papel das transmissões de TV tradicionais está a mudar devido à introdução de novos canais de distribuição.
Por seu lado, mais de 70 por cento dos consumidores inquiridos efectua streamings e downloads ou vê transmissões de TV gravadas numa base semanal, e 50 por cento está a aceder a TV/vídeo on-demand via web todas as semanas.
Diz o estudo que os conteúdos transmitidos em directo são ainda de grande importância para os consumidores, mas a capacidade de decidir quando e onde ver televisão vai afectar o papel dos conteúdos transmitidos de forma linear ou programada, uma vez que os consumidores procuram um serviço personalizado, de fácil utilização e alta qualidade, on-demand e sem intervalos comerciais, para constituir o seu serviço de TV.
Os dados foram recolhidos na China, Alemanha, Espanha, Suécia, Taiwan, Reino Unido e EUA. A amostra em estudo é representativa de mais de 300 milhões de consumidores.

Dream On - “Um musical numa viagem ao Sonho” subiu ao palco no Casino Estoril

  O 10º aniversário, da Associação Palco da Tua Arte, foi assinalado com um espectáculo cujo o título foi Dream On – “Um musical...